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DO ANO 2016
O que mais gostei de escrever:

24.10.2016

Queria ser o pôr-do-sol
Da minha pele
Desnuda
No teu horizonte.
Fixar a âncora
No teu peito
De mar brando
E amar
...
Olhando a imagem
Ao relento
De nós.


Data do lançamento do livro

Livro de Fernando Mendonça

Festas da Praia 2017
Lançamento do livro de Fernando Mendonça, dia 9, quarta-feira, pelas 19 horas, nos Paços do Concelho da Praia da Vitória.

Quando vemos um amigo
Obter uma felicidade...
Fiquem certos do que digo:
Ficamos felizes de verdade!

19:00, a 9 de agosto,
Nos Paços do Concelho,
Da Praia que dá um gosto
Junto com o bom conselho.

Eleva mais um Poeta,
Que é da Praia da Vitória;
Atingiu nobre meta
Que fica na sua história.

Louvo a Câmara sem demora
E o Mendonça, Fernando.
Mais feliz a partir de agora
Vê real o que vinha sonhando.

Lá estarei ao seu lado
Com a mesma euforia,
Já estive no mesmo estado
De completa alegria.

A escrita é mesmo assim
Em livro fica guardada;
E de "Pedaços de mim"...
Sou uma madrinha babada.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Julho em Angra do Heroísmo

por Azoriana, em 19.07.17

Angra florida

Por uma boa causa
Tirei as férias cedo…
Não pode haver mais pausa
O que me mete medo.

Pelo tempo a passar,
Na certa que fico agora,
Com a mente a pensar
Andando por rua fora.

Vou-me deliciando
Vendo Angra florida,
Não sei bem até quando
Vou manter esta vida.

O céu abre de azul
Com sol madrugador;
Silveira dá ao sul
Cenário encantador.

Quando regresso a casa,
Na volta habitual,
Vejo à cunha e à rasa
Gente naquele local.

Apetece ir também
O corpo mergulhar
Mas vou ficando aquém
Porque não sei nadar.

Então paro uma pisca
Asfixiando o cheiro,
E vou seguindo “à risca”
O meu passo certeiro.

Mais uma pausa fiz
Ao meio da semana,
P’ra rima que vos diz:
Sou Rosa “Azoriana”!

19/07/2017

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Verão calmo

por Azoriana, em 18.07.17

Descanso

Fim de tarde em meu sossego
Ouvindo o rumo das aves;
Sinto por isto um apego
Embora com fecho a chaves.

Na minha espreguiçadeira
Rodeada de animais,
À sombra e na brincadeira
No quintal dos Folhadais.

As aves se vão deitar
Cantando seus belos hinos,
É um prazer aqui estar
Em retalhos pequeninos.

Trabalho desde miúda
E o trabalho fortalece...
Pouco ou nada já me muda
Só descanso favorece.

Venha daí quem quiser
À minha porta bater
E venha cá quem vier
Saberei bem receber
Se em casa não estiver
Mais tarde hei de aparecer.

À tarde uma hora fina
Para repousar a mente,
Para quem o nome assina
"Azoriana" em repente;
A rima é que ora destina
Meu abraço a toda a gente.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Mais sobre mim

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


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