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À Marisa e ao Tiago Clara

No reino da juventude
Há esperança a reinar
Mais forte seja a saúde
Porque o resto há de chegar.

Seja nobre a atitude:
Cantadores vão cantar!
Dupla seja a virtude
A quem merece a dobrar.

A Marisa e o Tiago
De nós merecem afago
Numa festa que há de vir.

Depois de bruto acidente
Felizmente estão com a gente:
Vamos fazê-los sorrir!

Rosa Silva (“Azoriana”)

Cantoria Solidária

Local: Sociedade Velha da Vila das Lajes
Data | Hora: 27 de janeiro de 2018 | 21:00

Cantadores:

José Eliseu, José Fernando, Hélder Pereira, Ricardo Martins,
Marcelo Dias, Vasco Gomes, Artur Miranda, John Branco.

Verbas angariadas revertem para ajuda ao Tiago Clara.


Amizade poética

por Azoriana, em 14.01.17

In Facebook - 2017/01/14

Eu hoje quero saber
Se gostam do que escrevo?
Ou se não querem mais ler
Da rima que é meu enlevo...


Rosa Silva ("Azoriana")

Resposta de João Mendonça:

As letras formam as palavras sentidas
Cujas emoções te perfuram arduamente,
Compondo versos que tocam docemente
As velhas recordações das nossas vidas…

Continua circunscrevendo a pena virtual,
No papel de vidro do progresso evidente,
Não te preocupes que leiam no presente
Porque cada palavra escrita é intemporal.

Gera as palavras que abotoaste no coração,
Retalha as trovas que assentem a emoção
E atira-as ao ar como sendo grãos d’areia.

Reparte pelos teus admiradores sedentos
Suspiros de poesia, ditosos momentos,
Como se fosse pão e vinho na última ceia.

Meu agradecimento:

Não me canso de ler as tuas linhas
Tecidas com doçura para mim
Como o açúcar do doce alfenim
Em mãos que jamais serão minhas.

As letras que fizeste andorinhas
Ficam como um presente até ao fim
E sei que por seres tão bom assim
As tuas são c'roadas como rainhas.

Agualva, Porto Judeu e a Serreta,
S. Carlos juntam-se numa faceta
Que faz jus à criação verdadeira.

Em rima e prosa abençoe-nos Deus
Nos escritos de brilhos teus e menos meus;
Ficam gravados nos ares d'além Terceira.

Rosa Silva ("Azoriana")

De Margarida Almeida

Esta quadra te vou fazer,
Para ti minha amiga querida
Para te agradecer
Para o resto da minha vida.

As tuas quadras são belas
Com valor sentimental
Eu gosto muito delas
Para mim és imortal.

Quem delas não gostar
Deve seguir em frente
É porque não sabe improvisar
Como a rainha deste momento.

Essa rainha da prosa
Que muitos a conhecem
É chamada de Rosa
E que de ti não se esquecem.

És rainha do improviso
E também da prosa
Só quem não tem juízo
A que não gosta da Rosa.

Esta última vou fazer,
Em forma de dedicação;
Um beijinho vais receber
Direitinho no teu coração.

Minha resposta:

Ó querida Margarida
Tua rima é um condão
Que te surgiu em vida
Pra bordar teu coração.

De Margarida Almeida:

Eu muito agradeço
Essa tua dedicação;
A amizade não tem preço,
Amiga estás no meu coração!

Victor Teixeira

Aquele bom apreciador
Sente o poeta e sua dor
Participa sem entrar em cena
Mesmo sendo um em cem
O poeta fica sabendo bem
Que afinal vale sempre a pena!

Emanuel Ávila

Amiga Rosa da rima
Quero dizer com estima
Como estou a vontade...
És poeta de valia
Amiga com alegria
Um tesouro de felicidade.

Rui Nogueira

Rosa continua a escrever
Demonstra tua ideia
O que não quiser ler
Olha não leia.

Ele tem toda a razão
Abre teu coração
E escreve a fundo
Não te preocupes amiga
O importante é a cantiga
Dar a volta ao Mundo.

Jorge Morais

Rosa põe no papel
E traça com teu cinzel
O que te vai no coração
Pode haver quem ler não queira
Mas de uma ou outra maneira
Chamas sempre a atenção.

Rosa Silva responde:

Agradeço a todos por me darem incentivo
E portanto eu vos digo que mantenho o escrito vivo.

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A Ponta da Fajã (da Serreta)

por Azoriana, em 14.01.17


É da ilha um recorte
Em beleza de rochedo
Alegre de sul a norte
Que desenho só com um dedo.

Na ponta se queima a sorte
De quem partiu com medo
Mas a rocha tem suporte.
E o Farol quebra o degredo.

Seu celeiro foi Fajã
Da ponta vi seu retrato
Mais a ave que lhe é chã.

É vistosa no Verão
A natura que relato
Da Serreta o coração.

Rosa Silva (“Azoriana”)

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Ao conto serretense

por Azoriana, em 14.01.17

Contos com pão

Esta cozinha de outrora
É um bálsamo, tem magia,
Fez-se em contos de agora
Como outrora se fazia.

Uma cozinha com arco
Entre-lar e a chaminé
Onde o conto não é parco
É de quem sabe como é.

Na Serreta de hoje-em-dia
Acontecem cousas belas
Se eu pudesse eu vivia
Numa de algumas janelas.

Ó minha Mãe Padroeira
Faz meu Bem acontecer
De voltar à tua beira
No ponto do anoitecer.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


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