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DO ANO 2016
O que mais gostei de escrever:

24.10.2016

Queria ser o pôr-do-sol
Da minha pele
Desnuda
No teu horizonte.
Fixar a âncora
No teu peito
De mar brando
E amar
...
Olhando a imagem
Ao relento
De nós.


Mata da Serreta - Pulmão de afetos

por Azoriana, em 28.07.17

Mata da Serreta

Pulmão fresco e verdejante
Altamente cativante
Na Mata em realeza.
É assim que quero ver-te
E ao mundo estender-te
Com o verso de firmeza.

Neste último de julho
Num domingo com orgulho
Festejamos a freguesia;
Vemos chegar residentes
E também outros ausentes
Que à festa dão alegria.

Na Serreta, sua Mata,
Que se faz de ouro e prata,
E de verdes salutares:
Há festejo em abundância,
Recordações da infância
E de sonhos invulgares.

Viva, viva a melodia
No concerto de magia,
Viva a Banda e João Costa:
É maestro predileto
E segue heroico afeto
À terra que também gosta.

Marco Alves e sua gente,
Que da Junta é presidente,
Dão vida à ocorrência;
Faz tudo pelo que é seu,
Pelo berço onde nasceu
Com a régua da prudência.

No verso não me baralho
E louvo todo o trabalho
Que se faz de engenho e arte;
Também não posso esquecer
Os que já não podem ver
Mas dele fizeram parte.

30/07/2017

Rosa Silva (“Azoriana”)

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Ao passar na Silveira...

por Azoriana, em 25.07.17

Silveira de Angra

Ao passar na Silveira
É tão bom ver o mar!
Ao passar na Silveira
Apetece ficar...


O coração não sangra
De modo habitual
Na Silveira de Angra
Ele não bate igual.

Ele bate salgado
Pelo cheiro a maresia
E o mar lado a lado
Inspira simpatia.

Angra do Heroísmo
Tem Prainha e Silveira
Tem o mar de lirismo
Que abraça a Terceira.

Terceira venturosa
Ilha do Salvador
Do mar é flor mimosa
Nas asas do Açor.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Julho em Angra do Heroísmo

por Azoriana, em 19.07.17

Angra florida

Por uma boa causa
Tirei as férias cedo…
Não pode haver mais pausa
O que me mete medo.

Pelo tempo a passar,
Na certa que fico agora,
Com a mente a pensar
Andando por rua fora.

Vou-me deliciando
Vendo Angra florida,
Não sei bem até quando
Vou manter esta vida.

O céu abre de azul
Com sol madrugador;
Silveira dá ao sul
Cenário encantador.

Quando regresso a casa,
Na volta habitual,
Vejo à cunha e à rasa
Gente naquele local.

Apetece ir também
O corpo mergulhar
Mas vou ficando aquém
Porque não sei nadar.

Então paro uma pisca
Asfixiando o cheiro,
E vou seguindo “à risca”
O meu passo certeiro.

Mais uma pausa fiz
Ao meio da semana,
P’ra rima que vos diz:
Sou Rosa “Azoriana”!

19/07/2017

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


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