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À Marisa e ao Tiago Clara

No reino da juventude
Há esperança a reinar
Mais forte seja a saúde
Porque o resto há de chegar.

Seja nobre a atitude:
Cantadores vão cantar!
Dupla seja a virtude
A quem merece a dobrar.

A Marisa e o Tiago
De nós merecem afago
Numa festa que há de vir.

Depois de bruto acidente
Felizmente estão com a gente:
Vamos fazê-los sorrir!

Rosa Silva (“Azoriana”)

Cantoria Solidária

Local: Sociedade Velha da Vila das Lajes
Data | Hora: 27 de janeiro de 2018 | 21:00

Cantadores:

José Eliseu, José Fernando, Hélder Pereira, Ricardo Martins,
Marcelo Dias, Vasco Gomes, Artur Miranda, John Branco.

Verbas angariadas revertem para ajuda ao Tiago Clara.


Título de livro não editado: Assim de repente
Arquivo in: “Meo Cloud”
Mote: Imagem e letras (Num rosto de tom salgado)
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Num rosto de tom salgado
Pela vida de maresia
Entre um tom desbotado
Que só alegra a poesia.

Num rosto de olhar marcado
P'la serra da freguesia
Onde o meu ser foi criado
Entre regaços de alegria.

Quero com isto dizer
Que o que pode aparecer
Nem assim é tão perfeito.

Trago ondas de amargura
Misturadas com doçura
Que me ardem ao meu jeito.

 

Título de livro não editado: Sentir de ilhoa
Subtítulo: Entre sorrisos e amargura in Azoriana Blogue
Arquivo in: “Meo Cloud”
Mote: Há de haver
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Há de haver quem me defenda
No augusto chão nublado;
Entre a rima sem emenda
Tudo foi por mim criado.

Há de haver quem me entenda
Desde o berço embalado
No quarto da minha senda
Para ser depois rimado.

Há serões e há nascentes
De comparsas linhas loucas
Que a voar não ficam ocas.

Há amizades crescentes
Em cada quadra que vai
P’la minha mãe e meu pai.

 

Título de livro não editado: Sentir de ilhoa
Subtítulo: Entre sorrisos e amarguras no cantinho serretense – Serreta documentário
Arquivo in: ISSUU Publications
Soneto in livro editado: Serreta na intimidade
Mote: Página pessoal sobre a freguesia da SERRETA
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Em ti, nesse teu ventre tão contente,
sonhei. Sou filha dum amor, primeiro.
Do céu, nem esse denso nevoeiro
sequer impediu um olhar, de frente.

Ali, meu ser até esteve presente.
Sim! No terreno alto sobranceiro
serena ao mar o vulcão desordeiro
que tanto agoniou esta gente.

Gritou mas agora ficou calado;
Dorme nesse soninho sossegado
porque a ninguém quer incomodar...

Brilha! Minha linda terra natal
e que não te suceda algum mal.
Canto a Serreta... Tu foste o meu lar!

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


SELO
Azoriana/Açoriana Blog
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