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DO ANO 2016
O que mais gostei de escrever:

24.10.2016

Queria ser o pôr-do-sol
Da minha pele
Desnuda
No teu horizonte.
Fixar a âncora
No teu peito
De mar brando
E amar
...
Olhando a imagem
Ao relento
De nós.


Meu(s) aniversário(s)

por Azoriana, em 01.04.17

Blogue

 

Azoriana - Idade

2017

 

Em 2004

 

Em 2017

- 2004

 

- 1964

 

- 1964

13 Anos

 

40 Anos

 

53 Anos

 

A 9 de abril de 2017 o meu blogue fará 13 anos, que quando teve o início eu tinha 40 anos, feitos a 1 de abril (dia de petas).



E treze não é azar,
Treze é tempo de acalmar
A escrita intemporal;
Treze anos a escrever
O que alguém pode ler
Neste mundo virtual.

Só não vale é copiar
Nem sequer me plagiar
Porque são os versos meus;
Meu anjo de inspiração
Amo com admiração
Como Filho que ama Deus.

Ao SAPO eu dou louvores
Guardaram os meus lavores
Como cousa que é sã;
Não me canso de a louvar
Uma equipa exemplar
Do masculino de rã.

É da ilha, ilha Terceira,
A obra que está inteira
À mercê das Regiões,
Continente e estrangeiro,
Porque não, do mundo inteiro,
Feito globo de nações!

E deixo à vista global
Um cenário que é real
De inspiração humana.
Deixo sempre à de cima
O amor que tenho à rima
Com alma de Azoriana.

Um beijo eu vos atiro
Às pessoas que admiro
Nesta onda gigantesca.
Os blogues foram crescendo
Mais mansa estou-me vendo
Na minha terra tão fresca.

Para 1 de abril de 2017

Rosa Silva (“Azoriana”)

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A um ser maior... A magia da descoberta

por Azoriana, em 30.03.17



Pelo teu tato eu sou
Um candelabro do ser
Aurora do amanhecer
Que em alerta me deixou.

Pelo teu ser jubilou
Ternura de conhecer
O que faz engrandecer
A alma que me acalmou.

Ao penetrar meu olhar
Na imagem de aquém mar
Surge o sonho sensual…

De te ver ó grã ternura
No meu corpo de aventura
Com a água do teu sal.

Saudações ilhoas
Rosa Silva (“Azoriana”)

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Dedicado a COIMBRA (e a Paulo Borges)

por Azoriana, em 30.03.17

COIMBRA
(Saudade Universitária)


Coimbra é uma balada,
Uma lágrima caída,
Quando chega uma partida
Muito maior que à chegada.
É casa de estudante
Que deixou a terra natal,
Balada sentimental
De uma saudade constante.
Coimbra é tudo, então,
Na guitarra e seus trinados,
Dos sonhos realizados,
Eco em coro de refrão.
Filhos regressam ao lar,
Asas de negra andorinha,
Em capa que se adivinha
Balada que faz chorar.
Trazem a nobre lição
Que se estende à sua praça;
Regem-se em tudo o que traça
Nova força à Região.

29/03/2017
Rosa Silva ("Azoriana")

 

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Mais sobre mim

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


SELO
Azoriana/Açoriana Blog
Azoriana/Açoriana Blog
@ 2004 etc.
VISITAS
Até 2015/03/30 tinha um total de 537.867 visitas.
Doravante estatísticas in SAPO
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