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DO ANO 2016
O que mais gostei de escrever:

24.10.2016

Queria ser o pôr-do-sol
Da minha pele
Desnuda
No teu horizonte.
Fixar a âncora
No teu peito
De mar brando
E amar
...
Olhando a imagem
Ao relento
De nós.


Título de livro não editado: Assim de repente
Arquivo in: “Meo Cloud”
Mote: Imagem e letras (Num rosto de tom salgado)
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Num rosto de tom salgado
Pela vida de maresia
Entre um tom desbotado
Que só alegra a poesia.

Num rosto de olhar marcado
P'la serra da freguesia
Onde o meu ser foi criado
Entre regaços de alegria.

Quero com isto dizer
Que o que pode aparecer
Nem assim é tão perfeito.

Trago ondas de amargura
Misturadas com doçura
Que me ardem ao meu jeito.

 

Título de livro não editado: Sentir de ilhoa
Subtítulo: Entre sorrisos e amargura in Azoriana Blogue
Arquivo in: “Meo Cloud”
Mote: Há de haver
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Há de haver quem me defenda
No augusto chão nublado;
Entre a rima sem emenda
Tudo foi por mim criado.

Há de haver quem me entenda
Desde o berço embalado
No quarto da minha senda
Para ser depois rimado.

Há serões e há nascentes
De comparsas linhas loucas
Que a voar não ficam ocas.

Há amizades crescentes
Em cada quadra que vai
P’la minha mãe e meu pai.

 

Título de livro não editado: Sentir de ilhoa
Subtítulo: Entre sorrisos e amarguras no cantinho serretense – Serreta documentário
Arquivo in: ISSUU Publications
Soneto in livro editado: Serreta na intimidade
Mote: Página pessoal sobre a freguesia da SERRETA
Autora: Rosa Silva (“Azoriana”)

 

Em ti, nesse teu ventre tão contente,
sonhei. Sou filha dum amor, primeiro.
Do céu, nem esse denso nevoeiro
sequer impediu um olhar, de frente.

Ali, meu ser até esteve presente.
Sim! No terreno alto sobranceiro
serena ao mar o vulcão desordeiro
que tanto agoniou esta gente.

Gritou mas agora ficou calado;
Dorme nesse soninho sossegado
porque a ninguém quer incomodar...

Brilha! Minha linda terra natal
e que não te suceda algum mal.
Canto a Serreta... Tu foste o meu lar!

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Terra minha

por Azoriana, em 18.04.16

Quando eu for a sepultar
Só a terra vai ser fria
Vou continuar a amar
Quem me deu mais alegria.

A terra vim povoar,
E a terra é que nos cria.
Do mar só pude avistar,
Dele veio meu pai um dia.

Terra e Mar são ascendentes
Porque são os meus parentes
E deles eu não me arredo.

Nessa Terra que era minha
Mora também a estrelinha
Meu rosário e meu Credo!

Rosa Silva ("Azoriana")

Lagoínha da Serreta

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Mais sobre mim

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


SELO
Azoriana/Açoriana Blog
Azoriana/Açoriana Blog
@ 2004 etc.
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Até 2015/03/30 tinha um total de 537.867 visitas.
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Canal nº 855035 – Azoriana no MEO Kanal



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