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DO ANO 2016
O que mais gostei de escrever:

24.10.2016

Queria ser o pôr-do-sol
Da minha pele
Desnuda
No teu horizonte.
Fixar a âncora
No teu peito
De mar brando
E amar
...
Olhando a imagem
Ao relento
De nós.


DI 05042017

Consola a ler o artigo completo no jornal Diário Insular, de Angra do Heroísmo, datado de 5 de abril de 2017, uma quarta-feira simpática com a escrita que logo atrai o meu olhar.

Não transcrevo o artigo completo porque ocupa duas páginas (6 e 7) da parte Região, com uma imagem do jovem arquiteto, Rodrigo Gonçalves, e a imagem do esqueleto da Estalagem da Serreta na "mortandade" atual.

Quem gosta do lugar onde nasceu e ainda sente o coração pulsar pelo que lá viu e continua a ver (com outros olhos, neste caso, de tristeza) é que sabe dar valor ao escrito sobre a tese de mestrado de Rodrigo Gonçalves ao imóvel, em largo título «Estalagem da Serreta "merece ser ressuscitada"». E mais: «Intervenção deve ser "qualificada"» afirma Rodrigo Gonçalves.

Se há dinheiro para tanta remodelação em lugares de nome pomposo porque não haverá para lugares que são terreno escolhido para "residência" da Virgem Santa Maria? E que vista fenomenal se avista do alto onde a Estalagem se ergue esmorecida?

«A obra de João Correia Rebelo está hoje vandalizada». E nas linhas de destaque vem a «História do abandono». O que me salta à vista nesse trecho é «... o arquiteto João Vieira Caldas, que se dedicou ao estudo da obra de João Correia Rebelo, defendia que os organismos governamentais não podiam ter ficado de braços cruzados, enquanto o edifício era vandalizado e saqueado.»

Se um dia eu jogar num jogo social de quantias risonhas e me sair uma quantia com moldes francos juro-vos que será uma ideia a ter em conta, peso e medida para ainda ver aquela Estalagem, uma Estalagem de Sonho Serretense, assim Nossa Senhora dos Milagres me conceda tal graça.

Se eu não conseguir tal desejo (ou graça, porque só a tem quem merece) que alguém dê asas à tese de mestrado do jovem e promissor arquiteto Rodrigo Gonçalves (que até o apelido é igual ao do meu avô materno) e "Correia" também pertencia ao mesmo. Há aqui um "chamamento"... Mas, há sempre um mas...

Leia-se mais sobre este assunto em escritos meus algures na pesquisa googliana...

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O rosto maior

por Azoriana, em 21.02.17

O rosto maior

Eis o rosto de um Deus maior
Vigia o mar augusto de dura fé
Mantém-se aprumado mesmo ali à ré
Na vista que eu vinco pra se ver melhor.

De olhos cerrados já o sei de cor
Mais o mar de raiva que cruza o sopé
Da mitra assente na cabeça até
Que cale o murmúrio que é o pior.

É ali que eu busco o encantamento
E firmo a vista àquele monumento
Que Deus quis tecer na maior medida.

Seu rosto é tal, triste, transtornado,
Guardião assente no mar do Queimado,
Um rosto que eleva quem perde a vida.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Sim! Estive na Procissão
Dos Milagres, da Serreta,
E também na Comissão
Primeira vez na faceta.

Ano dois mil e dezasseis
Dez anos de Santuário
Porque em dois mil e seis
Maio foi extraordinário.

Dois homens, duas mulheres,
Sem parentesco algum,
Fizeram os seus deveres
Numa alegria incomum.

Fui feliz por ser chamada
À freguesia da Mãe
Que pelo mundo é amada
Como a Festa que Ela tem.

Desejo felicidades
A quem se seguirá
Que se unam amizades
Tanto de cá como de lá.

Viva a nossa Serreta
Que é o pulmão da ilha
Na Ponta a silhueta
De uma ave maravilha.

Venham com devoção
Depôr no Jardim da Senhora
O perfume da oração
Que a Paróquia comemora.

Cento e dez de existência
Da paróquia serretense
A divina Providência
A nova Festa pertence.

Seja a Senhora louvada
Entre cânticos e hinos
Tenha uma placa lembrada
No lado que tem os sinos.

A ideia que ora dei
Foi me ditada d'além
Como se fosse uma lei
Fundada por minha mãe.

Matilde Rosa Cota Correia
Foi uma mártir devota
Que teve uma vida cheia
Do Amor que não se esgota.

E Rosa eu também sou
Nome da flor que ela tem
Humberta também ficou
Com o Amor da nossa mãe.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


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