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Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(900 até agora)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



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2012/11/30 Homenagem ao cantador terceirense: António Mota

por Rosa Silva ("Azoriana"), em 30.11.12

Para memória futura e da cultura popular terceirense:

40 ANOS DE CANTIGAS

Homenagem a António Nunes Mota

Salão da Sociedade Filarmónica Recreio dos Lavradores da Ribeirinha, ilha Terceira, Açores.


Com repertório variado, sendo declamado um poema do cantador Mota, por Luís Nunes; discursos do presidente da Sociedade Filarmónica, o presidente da Junta de Freguesia, a presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e o comendador Luís Bretão, que fez a retrospetiva de uma vida, após vermos um vídeo demonstrativo do seu percurso artístico, terminando com as palavras emocionadas e comovidas do homenageado, António Mota.


António Nunes Mota nasceu a 6 de maio de 1954, no Largo de Fátima, freguesia da Ribeirinha. Filho de Francisco Pereira da Mota e de Maria de Jesus Nunes Mota. Funcionário público. (...) Para cantar, foi três vezes ao Canadá e duas à América do Norte.


Começou, com a idade de dezoito anos, a improvisar cantigas em matanças e festas particulares. Tomou parte em cantorias com a Turlu, Abel Costa, Ferreirinha das Bicas, Ferreira da Costa, José Caniço, Barbeiro, Luís Carlos Ferreira e muitos outros. Escreveu enredos para danças: «Críticas Sociais», «Uma Mercearia Ambulante» e «Ricos e Pobres».

O António Mota é um improvisador de espírito sereno e comunicativo. As suas cantigas são caracterizadas por motivações singelas e ritmos nostálgicos que causam profundo impato nas pessoas que o escutam.


(Fonte: “Improvisadores da Ilha Terceira”, MARTINS, J. H. Borges. 1989, página 395).


Seguiu-se a declamação de uma dedicatória pelo poeta Hernâni Candeias e a oferta de duas quadras e uma sextilha por cada um dos 22 cantadores e 6 tocadores, perfazendo 44 quadras, 22 sextilhas e mais uma de agradecimento pelo Mota, que fechou esta parte.

Eis o que recordo ter cantado:

Nesta noite estou feliz
Acho que toda a gente nota
Foi o que sempre quis
Homenagear o amigo Mota.

Trago flores no coração
Pra florir na quadra minha
Pró homem de S. Sebastião,
Fortaleza da Ribeirinha.

Adeus senhoras e senhores
Neste ato tão correto
Adeus nossos cantadores
E cordas com tanto afeto
Viva o cantador dos Açores
Sua família e seu neto.

Depois tivemos a excelência das vozes das filhas de António Mota, junto com outra fadista, que compõe o grupo Fadalistas. Foi uma atuação lindíssima com vozes que honram o pai, a freguesia e a ilha, bem como os Açores. Fados com ritmo e espetaculares vozes, dignas de registo e aplausos acentuados. Parabéns ao cantador e a todos os que elevam a cultura popular e o improviso, o dom que nasce e não se cria, partilha-se.

Após a distribuição de prendas aos cantadores e tocadores intervenientes teve vez um beberete agradável num convívio salutar.

Parabéns a todos e bem-haja o nosso cantador amigo António Mota que mostrou que o coração mostra a sua emoção através do olhar e do abraço forte!

2012/11/30

Rosa Silva (“Azoriana”)



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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")

DATA DE CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
16 ANOS
2020/04/09


Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.

Just a piece of me
to the amazing world.


RETALHOS DE MIM
Ser AMIGO afinal
É muito mais que amar
É dizer o que está mal
Sem nunca mal se ficar.
...
Isto não é artimanha
Nem coisa de fazer mossa
Há quem queira e não tenha
Há quem tenha e não possa.
...
Na encruzilhada do ser
Há desejos florescendo
Ansiosos por caber
Na lava que vai nascendo.
...
A poesia é a mais bela
Temperança do viver
Quando crescemos com ela
Mais cresce o nosso ser.

Angra do Heroísmo
ilha Terceira - Açores.


in DI Domingo.
Foto de António Araújo

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Naturalidade:

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos publicados.
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres desde 1/1/1862, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.




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