Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana).
Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1
"A tecnologia Bluetooth é um standard e um meio para a ligação sem fios entre o telefone e outros dispositivos electrónicos. A tecnologia foi concebida pela Ericsson mas implementada pela Nokia, Ericsson, IBM, Intel e Toshiba. O grupo de trabalho da Bluetooth tem vindo a ser enriquecido com centenas de representantes de empresas como, por exemplo, a One2One, Motorola, Qualcomm, Compaq, Dell, 3Com Palm, VLSI, Xircom, Psion Dacom e Lucent.
Esta tecnologia assemelha-se à das redes de telecomunicações mas o espectro que ocupa é livre e não sujeito a licenciamento (2.45 gigahertz). A velocidade de transmissão de dados com a Bluetooth deverá situar-se entre os 720 kbps e um megabit por segundo (Mbps).
A Bluetooth vai potenciar a existência de LAN's (Local Area Networks) sem fios, em que os diferentes terminais dos mais diversos equipamentos poderão comunicar e trocar informação, em movimento ou sem que existam quaisquer fios entre si. Tal significa que os equipamentos poderão ser utilizados sem a necessidade de procurar as versões mais recentes ou compatíveis.
Um dos problemas mais aborrecidos da revolução tecnológica dos últimos anos é a duplicação de componentes. Talvez nunca tenhamos pensado muito nisto, mas a verdade é que transportamos e lidamos constantemente com vários monitores (um no telemóvel, outro no computador portátil, outro no PC, outro no Palm Pilot, etc.), e com vários altifalantes (um no telemóvel, outro no computador portátil, outro no PC, etc.), e vários software's que fazem o mesmo, como as agendas com os números de telefone (no telemóvel, no computador portátil, no PC, no Palm Pilot). E são precisas as soluções mais engenhosas e complicadas para fazer comunicar todos os aparelhos entre si: infravermelhos, linhas em rede, zips, disquettes, CD-ROM's, e-mails. Que confusão!
O Bluetooth vem mudar tudo isto. Nos próximos anos, os telemóveis começarão a «falar» com os computadores e com outros aparelhos através de sinais de rádio. Uma apresentação multimédia recebida no telemóvel pode ser transferida directamente para um monitor de um PC através de sinais de rádio de curto alcance. E os números de telefone digitados no PC ou na agenda Palm Pilot podem ser usados para fazer a chamada no telemóvel com um click do mouse.
Tudo começou no início de 1998, quando algumas das mais importantes empresas do mundo dos computadores e das telecomunicações, incluindo a Intel, a IBM, a Toshiba, a Ericsson e a Nokia, se juntaram para desenvolver a tecnologia com o nome de código «Bluetooth» (dente azul). Revelado ao mundo em Maio de 98, este grupo, o SIG, rapidamente aumentou de volume à medida que se lhes foi juntando a 3COM/Palm, a Compaq, a Dell, a Motorola, a Xircom e muitas outras empresas de grande peso.
Em termos de tecnologia, o Bluetooth funciona à base de minúsculos e baratos transmissores/receptores de rádio de curto alcance que são embutidos nos telemóveis, PC's e todos os possíveis aparelhos de comunicação móvel que conhecemos hoje (e talvez alguns que ainda não conhecemos), directamente ou através de adaptadores como os PC Cards. O rádio opera numa banda disponível em todo o globo sem necessidade de licença (2.45GHz), e comporta velocidades de transferência da ordem dos 721Kbps, bem como três canais de voz. Tudo isto já para o ano 2000!
Existem ainda alguns problemas a resolver, como o preço da tecnologia e a possibilidade de controlar todas as funções apenas num chip, porém, com as empresas envolvidas no projecto, quem poderá duvidar do sucesso? Eu não, com certeza.
Quem foi Harald Bluetooth
Harald Bluetooth foi um grande rei Viking que uniu a Dinamarca e a Noruega no século X. O seu nome ficará, no entanto, para sempre ligado à tecnologia revolucionária que permite aos aparelhos portáteis (como telemóveis e computadores) trabalharem em conjunto sem necessidade de fios: o Bluetooth. No início de 2000, o Bluetooth Special Interest Group, que inclui empresas como a Nokia, a IBM e a Intel, lançou uma imagem representativa que joga com o «H» e o «B», as iniciais do rei Viking".
Após trágico acidente com a minha viatura em Fevereiro de 2002, vejo-me privada de "rodas" para deslocações nas estradas da minha ilha. Nem só de "rodas" vive o homem, mas também de muitas outras peças que custam os "olhos da cara", porque nada é gratuito e se o for, é caso para desconfiar de tanta bondade (ou nem tanto). Poder-se-ia de vez em quando pagar um valor simbólico (talvez?) para usufruir de uma viatura que "pasta" dias e noites a fio, num cerrado (quadrado de terra murado) ao ar livre, a apanhar ferrugem e muitas outras nódoas, enquanto envelhece nos anos e na chapa. Nem só os turistas, estrangeiros, precisam de "rodas" para ver as bonitas paisagens da ilha Terceira. No Verão, principalmente, devia haver carros à disposição, mediante um preço simpático, para os "turistas" da ilha, ou mesmo para deslocações fora de horários das urbanas (urbana - transporte colectivo de passageiros muito utilizado desde a década de cinquenta, século XX). Podem dizer-me: "Olha, vai ali ao rent-a-car de fulano de tal, que fica na rua tal, e lá obterás o preçário completo e o carro que quiseres". Claro, que vou seguir o conselho, mas depois depara-se-me uma série de condições gerais e específicas, nomeadamente, taxas, que me assustam seriamente. Como não sou turista, nem preciso de carro topo de gama, nem tão pouco possuo vinténs avultados, preciso apenas de um veículo para ver a paisagem ou em casos de extrema necessidade, para não ter de pernoitar na casa de familiares de um dia para outro, por não ter transporte de retorno ou por não querer estorvar o sossego de alguém que porventura tivesse que pedir boleia. Será que os donos dos ditos carros a apodrecer no tal cerrado já pensaram nessa solução barata, mas proveitosa? Ao menos o carro não morria de tédio por estar sempre a ver a mesma paisagem... Azoriana
Vejam, por favor, a página sobre a Heráldica Municipal e Submunicipal Portuguesa, e em especial sobre a Freguesia de Serreta. O Autor desta página explica minuciosamente a ordenação heráldica do brasão e bandeira, publicada no Diário da República, III Série de 09-03-2001, da freguesia da Serreta, cujo orago é Nossa Senhora dos Milagres: "Armas - Escudo de prata, dois arados de azul, contornados e alinhados em faixa e campanha ondada de verde e prata de cinco tiras; em chefe, um cesto de facho inflamado de vermelho e ouro, com sua haste brocante de negro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "SERRETA - ANGRA DO HEROÍSMO -." "Bandeira - Veja as imagens acedendo à referida página onde encontrará a lista completa dos municípios portugueses. Um excelente trabalho que decerto exigiu um grande estudo por parte do seu autor. Parabéns! Azoriana De azul, cordões e borlas de prata e azul. Haste e lança de ouro."
Execução: Numa panela antiaderente junta-se o leite, a água, a manteiga, o sal e a raspa de limão e deixa-se levantar fervura. Introduz-se o arroz lavado e escorrido. Após algum tempo de fervura e redução do líquido adiciona-se o açúcar e mexe-se com uma colher de pau para misturar bem. Batem-se os ovos (clara gema) muito bem e arreda-se o tacho do lume por uns momentos. Incorporam-se os ovos lentamente e mexendo sempre com a colher, para evitar que talhem. Volta-se a colocar o tacho ao lume, mexendo sempre para ligar bem e secar mais um pouco. Estando pronto colocar numa travessa e enfeitar com canela em pó. Azoriana
MARTINS, J. H. Borges. "Improvisadores da Ilha Terceira" - Suas Vidas e Cantorias, Direcção Regional dos Assuntos Culturais, Secretaria Regional da Educação e Cultura, Angra do Heroísmo, 1989.
Na explicação do autor deste livro lê-se: "95 improvisadores terceirenses foram incluídos nesta antologia. Abrangem um período notável: meados do século XIX até aos nossos dias. Não figuram todos, com certeza. Mas figuram aqueles sobre quem nos foi possível, ao longo de um moroso e difícil trabalho de pesquisa, recolher as informações consideradas necessárias."
Destes 95 improvisadores referidos, destaco agora, os que eram naturais da freguesia da Serreta, por também ser minha terra natal e apenas conheci o senhor António Machado Rodrigues e o senhor Manuel Gonçalves Correia de Melo Júnior (O Barbeiro).
Abaixo insiro um quadro resumo com os principais detalhes, retirados do livro supracitado, relativos aos improvisadores da Freguesia da Serreta, Ilha Terceira - Açores:
Nome (a)
Conhecido por:
Pai
Mãe
Profissão
Nascimento
1 Guilherme Augusto dos Reis
O Guilherme da Venda
Agostinho José Coelho
Rosa dos Anjos
Comer- ciante
05-01-1877
2 Francisco Caetano Diniz
O Céguinho
Manuel Caetano Diniz
Maria do Rosário
Tocador de viola
06-03-1886
3 António Machado Rodrigues
O António Rodrigues
José Machado Rodrigues
Maria Luz
Pedreiro
06-01-1906
4 Manuel Gonçalves Correia de Melo Júnior
O Barbeiro
Manuel Gonçalves Correia de Melo
Maria da Luz Cota
Lavrador
09-12-1923
Nota: (a) Improvisadores já falecidos
Alguns excertos de improvisos, escolhidos no mesmo livro: 1 - O Guilherme da Venda em desafio com o António Rodrigues na Freguesia da Serreta: "O Rodrigues não se espanta É dos homens dedicados. Porque é que o galo canta Sempre com os olhos fechados"
2 - O "Céguinho" discutindo com vários companheiros na origem do mundo: "Mesmo a própria Santa Virgem Que Cristo dentro de si coube, Do mundo qual a sua origem, Ela mesmo nunca o soube."
3 - O António Rodrigues disse numa Briança a um certo sujeito: "Quiseste engordar a oferta Para ofereceres ao Divino; Mas deixaste a porta aberta P'ra ele fugir pró caminho."
4 - O "Barbeiro" disse num Pézinho à porta do cemitério do Livramento: "No fundo de uma cova Só se encontra uma ossada A mais excelente prova De que o homem não é nada."
Neste momento estou cansada. Estou no outro lado rodeada de sons, barulhos, azafama, aprendizagem, ensinamentos, testes, corrida contra o tempo. Resultado: cansaço do cérebro e restante físico. Estou com saudades do meu "cantinho". Hoje consegui dar-vos um "Olá", "Hello". Se Deus quizer estarei de volta em breve. Faz-me falta um guia turístico mas vou tentando não perder o rumo dos sinais que se me apresentam. Até breve Cumprimentos blogueiros. Azoriana
Esta foi a oferta do meu filho mais novo no Dia da Mãe. Um coração colorido que continha quatro frases que encheram o meu coração de alegria, porque é bom saber que ele gosta da mãe e que já o sabe escrever. Que eu seja boa mãe neste e em todos os outros dias do ano, porque meus filhos são o bem mais precioso. Azoriana
align=left>Celebração da Benção do Traje Académico, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Dia 30 de Abril de 2004height=137 alt=Capa src="http://silvarosamaria.no.sapo.pt/imagens/capa.gif" width=125 border=0>
align=justify>Cântico de Acção de Graças - Fogo de Deus Fogo de Deus, luz lá dos céus Que ofusca o meu olhar e me faz duvidar Desse amor que me envolve, Senhor. Brisa Vazia, cor, sinfonia Força que acalma o mar e eu torno a duvidar Se és Tu que me bates e eu não deixo entrar. És Tu, Senhor, Tu que descobres caminhos de luz, Tua magia que a mim me seduz, Atravessando o oceano de vento. Pergunto-me, és Tu, Senhor, Tu que me acordas ao amanhecer E que me embalas ao anoitecer E mesmo assim eu duvido outra vez. Homem que chama, Deus que me ama. Palavra eterna e pura que em mim hoje perdura. É assim que eu mostro o que vai em mim. height=137 alt=academico src="http://silvarosamaria.no.sapo.pt/imagens/academico.gif" width=125 border=0> Cântico Final - Vive e Sente Por favor não te isoles vem connosco para a vida só queremos a paz no mundo e uma música bem sentida Sente é a música pulando nas veias nas batidas do teu coração explorando todo o teu ser Vive a música que está nascendo a melodia que és tu tudo o que tens para viver Por favor não fiques parado tenta abrir teu coração pensa naqueles que sofrem e dedica-lhes esta canção Azoriana
Bom dia, a todos os(as) trabalhadores(as)! Este dia é para nós. Abril fechou a porta e entra o novo Maio, ou melhor, o dia dos "Maios". É tradicional neste 1º dia, do Trabalhador, a apresentação dos "Maios", bonecos "fabricados" pela imaginação de muitos residentes, imitando cenas da vida real. São expostos nas varandas, janelas ou ao portões de muitas habitações da Ilha Terceira. Penso que nunca me dediquei a engendrar nenhum "Maio", mas já tive ocasião de observar alguns que revelam grande imaginação, sapiência, e muitas horas de preparação. Até já se fazem exposições com o empenhamento de crianças e adultos que colaboram na feitura destes "bonecos de pano". Veja-se a notícia da actualidade alusiva ao tema, no Diário Insular de 30 de Abril de 2004. Vou continuar apenas observando essa tradição, e nem sequer sou muito apreciadora das "papas grossas", que são outra das tradições deste dia. Posso também optar por ler a "história do dia do trabalhador" ou um poema intitulado "Dia do Trabalho" de Laur@'s Poesias. Um bom dia para todos! Azoriana