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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

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Criações de Rosa Silva e outrem
Histórico da Listagem,
de 1.023 sonetilhos/sonetos filhos

"Vida é..." de Ângela Monforte

24.04.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Vida é...

A vida é:
Um suspiro...
Uma hesitação...
Uma brisa sussurrante...
Por isso sê:
Um suspiro que console.
Uma hesitação repousante.
Uma brisa acariciante.


Ângela Monforte

(do seu livro "Palavras à Solta")

Dia 24 de Abril de 2006 há festa pelo aniversário desta amiga.
Vamos cantar-lhe os
Parabéns!

O dia de aniversário nunca pode ficar sem o eco das nossas vozes
porque é um dia muito especial... canta-se a VIDA!

Parabéns, amiga Angelis!

Meu pobre soneto

24.04.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Teu soneto de simplório não tem nada
Para mim foi uma doce e terna balada
Que chegou de mansinho a maior surpresa
Do Brasil voou e chegou à terra portuguesa.

 

Desatei ancoras, voei, voei qual fada,
Senti-me feliz pela lua acompanhada
Indicou-me o caminho p'ra tanta beleza
E na volta não vinha só, tenho certeza!

 

Óh Deus que tudo vês, rogo-te em oração:
Dá-me luz! Manda-me o anjo da inspiração...
(Ando deserta nas palavras - fogem ideias)

 

  Ó quanta vontade de conhecer o teu Brasil
Levar comigo o perfume das flores de Abril;
Meu sorriso corre no palpitar das veias!

 

Rosa Silva ("Azoriana")

 

Índice temático: Desenho sonetos

Uma oferta que recebi

23.04.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Soneto dedicado a Francisoo Monteiro

A seguir, um belo soneto oferecido por Francisco Monteiro:

SONETO DAS RAÍZES

Meu pensamento desfaz-se em ilusão
Alado e veloz este mundo sobrevoa,
De minha boca em silêncio, nada ressoa
(Só as batidas do meu aflito coração!)

 

Ah! Sonhei, voei, cheguei a Lisboa
Depois, fui ao Porto, Leiria, Portimão
Apressado, eu mudei de direção
(Precisava deixar de andar à toa!)

 

Contornei o cabo das minhas tormentas
Impulsionado nem por remos ou motores
Apenas com a força de minhas mãos lentas...

 

Achei um lugar onde posso esquecer as dores:
(Onde a força do mar não arrebenta)
Viverei e morrerei em paz nos Açores!

 

Francisco Monteiro

 

Caro poeta, tens a força da inspiração e aceita um abraço com emoção.

Muito obrigada!

Mar... meu mar!

23.04.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Angra do Heroísmo

Angra do Heroísmo

Vagueei pelo silêncio da Terra
Abracei o apelo do mar
[Canto dos Peixes]
Prefiro o cheiro do Mar
Que a Terra vem beijar
E no alto do velho Monte
Sonhei com outro canto
muito além do horizonte.

Apenas e só o Mar me dizia:
- Estou aqui! Estou aqui!

Visto de dentro
O Mar é perfeito
Na calmaria de Domingo.

Azoriana