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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

**********

Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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«Chocolates» - Agradecimento

29.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Eu gosto de chocolates
Mas é um p'rigo comê-los
Dispostos nuns "açafates"
É como gosto de vê-los.

«I No Longer Like Chocolates»,
Também me dá outro gosto,
Na página lá dos "States" (1)
E com tudo bem disposto.

«K. Baker» presenteou-me
Com a flor da novidade
Honrando um grande nome
Um poeta de verdade:

É Álamo de Oliveira
Com obras de longo alcance
É natural da Terceira
O autor do tal romance.

*****

Obrigada, Kathie.

Rosa Maria ("Azoriana")


Link para a Homepage


E agradecimentos

listados na barra lateral deste blog.

Nota: (1) I No Longer Like Chocolates é publicado pela Portuguese Heritage Publications de San José, Califórnia.

A não perder a "Photo essay organized by Katharine Baker". Agradeço, reconhecidamente, a sua amabilidade.

Brindo o Arqueólogo Moura muito agradecida

25.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

E ali volto e encontro a "minha" cidade. É bom vê-la assim bonita e mais ainda com a palavra que escolhes para ela - «graciosa».

E... sem dúvida alguma que o Monte Brasil tem nome masculino mas tem a tal sensualidade que é mais um marco que lhe dás e que eu também já tinha notado há muito. Até me inspirou vesti-lo de letras (basta seguir o link) que tentei serem as melhores.

Fui dar uma volta à cidade e fico feliz por ela ter resistido às ameaças que a sobrevoaram com sinais de vento, alarido de ventanias. Até li, em versões de acordo com o pensamento dos que notaram uma certa algazarra noticiosa, que os Açores só são assim badalados quando há (ou se adivinha) tragédia... Mas no teu blog contrarias tais notícias. É que ali só se vê fluir escrita de vento em proa, alegre e elogiosa e um tanto saudosa da ilha que quiseram Terceira mas que agora foi primeira em agonia, que mudou de rumo. Este "vento" de ventos foi inspirado numa revista domingueira.

A doçura que se pode dar às palavras fui observando desde que li o teu olhar sobre a Terceira, ilha de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não restam dúvidas que faz diferença ter este título também.

Nota: Este foi o comentário que deixei no blog do arquéologo Moura que foi conhece a ilha Terceira e agora resolveu ir fotografar a passagem por Mértola. Fez ele muito bem e agradeço a generosidade que me entusiasmo por conhecer tal "Vila Museu", que já havia espreitado noutro blog. Muito obrigada!

Um grande abraço
Azoriana

Numa tarde "feriada" leio: "Desambientado"

25.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

A propósito do artigo de Félix Rodrigues intitulado A cidade e o campo.

O meu comentário:

Apeteceu-me rimar

P'los olhos se conhece o freguês,
Que espera a esmola alheia,
Há que se saber os porquês,
Da vaca ser dessa maneira.

Fico presa às cantigas
Que dão muito que pensar,
P'ra ti dou palavras amigas
Por seres bloguista exemplar.

Toda a pessoa que é honesta
Por dentro corre-lhe o bem
A mentira é que não presta
Destrói a vida de alguém.

"Bichinhos" tomai atenção
Qu'a vida não está p'ra graças
Quando se perde a tal devoção
Na natureza há desgraças.

Se molesto a pontuação
Nem se atrevam a falar mal
O que interessa é a acção
P'ro bem de todos em geral.

Quer seja campo ou cidade
Existe sempre UNA semelhança:
Olhar p'la solidariedade
Mais ao velhinho e criança.

Azoriana

Nota: Saiu-me e oxalá tenha a ver com o assunto do artigo :)
Foi escrita imediata e não faço revisão porque podia sair "pior a emenda que o soneto". A inspiração veio do artigo que me prendeu a atenção algum tempo e li mais que uma vez porque é o efeito que os artigos de Félix Rodrigues me fazem.
Prendeu-me a atenção pela perfeição e nem olhei à pontuação.

Abraço de simpatia :)

E mais este comentário que é um desafio a Félix Rodrigues. Um dia talvez ele me responda.

Comentário:
Como é que se organiza um "Serão de Improvisos poéticos"?
É que gostava de ouvir o Félix Rodrigues a declamar os seus poemas. Digo isto muito sinceramente.
E quem sabe mais bloguistas aderiam. Sei de mais uns quantos que certamente ficavam bem satisfeitos. Eu é que não consigo fazer essa "cena" sozinha... como sempre acontece a quem tem talvez "sonhos impossíveis". Há que haver alguém com dinâmica e conhecimentos maiores a intervir com garra.
Tenho escrito. E vou parar porque hoje é 2ª feira de São Carlos e ala para a festa (os que podem ir).

Parabéns a você!

24.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Esta foi a minha oferta ao aniversariante, autor de um lindo poema que tive autorização de publicar neste blog e que encontrei na sua página pessoal. Merece Parabéns duplamente.

No dia de teus anos solto o canto,
De Parabéns com mais encanto,
Saudo-te antes da noite virar,
Esta festa há que comemorar
Com as velas da alegria
Que presenteiam o TEU DIA!

Um sorriso de amizade
Envolvendo versos com carinho
Selados neste pergaminho
Com desejos de felicidade!

Azoriana



O poema de Hélio Costa

"TU FOSTE"

Tu foste, a flor que eu amei
Arco íris que enalteci
Sonho que sonhei
Corpo que brindei
Água que bebi
Estrada que caminhei
Flor que cultivei
Jardim onde me perdi...
Foste a magia de uma tarde
Raizes de uma ilusão
Brasa que ainda arde
Entre as cinzas do meu coração...
Foste o mar que espreitou
Momentos de paixão,
És a fragância que restou
De uma flor que murchou
Na palma da minha mão...
Foste a flor que eu adorei
Com todo o meu fervor
Foste meta que não cheguei
Cume onde não hasteei
A bandeira do meu amor...
Foste rio de formosura
Teus gestos eram sábios
Foste mar de ternura
E a saliva de doçura
Que banhou os meus lábios...
Foste ferida que fez doer
És magia que evaporou
Vulto difícil de compreender
Livro que não acabei de ler
Porque o tempo não deixou...
Foste flor que brotou
Numa tarde á beira-mar
Foste nuvem que passou
Foste fonte que secou
Tanta vez sem avisar...
Foste canção que escutei
Horizonte de mil desejos
Praia onde me embalei
Onde adormeci e acordei
Na melodia dos teus beijos...
Hoje... És rascunho dolorido
Estrada sem sentido
Sonho sem direcção
História que ainda gosto de lembrar
Mas que deixou de ter lugar
Nas páginas do meu coração

Autor: Hélio Costa

No 1º dia de Outono surge-me um génio...

23.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

Primeiro encontro o lema: "Amigos sempre se encontram", no sítio do génio, do artista multifacetado Celito Medeiros; depois não consigo parar de admirar tudo o que nos é dado.

A ARTE é linda não é?

Em cada secção que o meu olhar pousa, fico a pensar o seguinte:

Este HOMEM foi abençoado por um DOM... O resto ele aperfeiçoou. Merece um LOUVOR por tudo.

Neste primeiro dia de Outuno olho a beleza da Galeria de Artes.

Escolho esta e esta.

E digo-vos, a beleza alegra a tristeza.

E de Celito Medeiros uma frase: “Querer não é poder, mas tendo PODER basta querer – O verdadeiro PODER é o conhecimento”

CVARG - Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos

22.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

O Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos, no âmbito do projecto de assessoria técnica e científica ao Governo Regional, através do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, informa todos os interessados que está disponível o seu novo portal com conteúdos permanentemente actualizados sobre as ocorrências relacionadas com a actividade sismovulcânica e outros tipos de perigos naturais registados no arquipélago.

O portal tem o endereço http://www.cvarg.azores.gov.pt e contém igualmente matéria de carácter científico e educativo, para além de facultar interfaces para a colocação de questões e o relato de ocorrências por parte dos cidadãos.


Informação fornecida pela Coordenadora do Sistema de Monitorização do CVARG.

Publico esta informação de utilidade pública após o pedido de autorização ter sido aceite.

E deixo o link para a secção que o tema reporta à Serreta.

Melhores cumprimentos e agradecimentos

Tudo tem seu tempo. Este é dedicado a Manuel Neves, poeta e amigo

22.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

O Sorriso

imagem remodelada sujeita a aprovação para selo do grupo

Não tenho a tua luz
Não tenho essa magia que vestes às palavras
Não tenho a força que brota da tua mão que as espalha

Nada tenho... e, no entanto, tenho a VONTADE.
A vontade de te dar este artigo
Que recheio de verdade:

Tu és o POETA dos «Sonhos de Poeta»
O mestre do encanto das palavras e dos Sonhos.

São singelas as minhas letras, mas sei que não podem duvidar delas. São sãs e são para ti!

Ofereço-te o meu SORRISO - o melhor de mim.

Rosa Maria (Azoriana)

Mais uma vez este escrito faz-me pensar...

21.09.06 | Rosa Silva ("Azoriana")

1º Se pensarem que o meu blog anda triste prefiro que não mo digam;

2º Se disserem que ando triste... acertaram.
O mundo sempre foi feito de alegrias e tristezas. E depois?! Dias melhores virão, não é o que se diz?

3º Mas vejam se isto não é mesmo para me fazer pensar:

No dia 18 de Setembro de 2006 resolvi responder ao convite da amiga Tere Penhabe, cujo título para a nova Ciranda do sítio "Amor em Verso e Prosa" era - Se eu morresse amanhã...
Esta foi publicada no dia 20 com noventa e quatro participantes (a minha é o nrº 51) que pensaram no tema na forma alegre ou triste.
E a morte é isso mesmo - alegre e/ou triste. Se fosse hoje, que já sei do que aconteceu ao bloguista amigo... mantinha a minha participação na mesma forma.
A minha vida mudará a partir de agora... mulher de sonhos, muitos sonhos.
"(...) E se eu morresse amanhã assim... Amava!" - esta a parte final da minha participação. O início podem ler seguindo o link colocado no título da Ciranda.

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