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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

**********

Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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Parabéns à Sociedade Filarmónica Recreio Serretense!

28.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

É com uma enorme alegria que acabo de receber o CD da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense, que foi lançado aquando das comemorações do seu 134º aniversário, com 13 temas escolhidos a capricho e que nos levam ao sonho, à glória, a outros tempos e mais além e que, por fim, termina com o Hino da filarmónica. É impossível conter a emoção que me lavra a alma.

Que a Senhora dos Milagres, sua Padroeira, continue a dar-lhes o talento para rumarem com o constante entusiasmo e que consigam divulgá-lo por toda a ilha e fora dela, bem como junto dos seus emigrantes queridos.

Agradeço, publicamente, esta beleza que não me canso de elogiar e divulgar. É um sonho que se tornou realidade e imagino quantos sorrisos não colocou naqueles que abnegadamente contribuíram para este acontecimento ímpar.

Em plena Rua da Sé tive conhecimento da chegada do CD, através do Rui Gomes, um filho da Serreta, que continua a zelar pela sua freguesia natal com muito afinco.

O CD foi gravado no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo com equipamento de som e captação áudio de João Paulo Furtado; misturas e masterização de Porfírio Domingues; a capa foi idealizada por João Marcelino Alves Costa (maestro da Filarmónica) e Porfírio Domingues; a concepção gráfica esteve a cargo de Luis Saial e Porfírio Domingues, numa edição de Luís Saial. Os textos foram da responsabilidade da Direcção da Filarmónica e as fotos do Padre Manuel Carlos e Ricardo Meneses.

E agora adivinhem lá porque sinto o coração a bater mais forte e vou estimar muito, mas muito mesmo, este CD: Para já porque é pioneiro, o primeiro a ser feito por estas bandas; é o culminar de muito trabalho e abarca a freguesia inteira e até alguns elementos de outras freguesias; porque tenho um filho a aprender música nesta Filarmónica e, ainda, porque acolheram uma das minhas inspirações em louvor de Nossa Senhora dos Milagres.

Viva a Sociedade Filarmónica Recreio Serretense!

Leia-se o artigo anterior relacionado com este assunto. Para qualquer informação oupedido disponibilizo o meu e-mail.

Artigo publicado em simultâneo aqui.

Rosa Silva ("Azoriana")

Brinde natalício

21.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

A beleza entrou na minha porta e fixei o meu olhar na ilha (*) e na poesia de Gabriela Silva

Adorei!

Pelas minhas mãos o veludo de emoções.

Uma dúzia de postais
Grandes “palavras de amor, cenários de liberdade”
Momentos especiais
De uma terra em flor
Sonho e felicidade.

Lindo!

Parabéns.

Obrigada.

(*) Ilha das Flores. Fotos de de Kristie McLean | Poemas de Gabriela Silva | Tradução de Katharine F. Baker.

Feliz Natal e Bom Ano
deseja
Rosa Maria (“Azoriana”)

"Ilhas" e Azoriana em tempo frio...

18.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

O "Ilhas" cheio de frio canta:
217
Aqui muito enroupado
Agora te vou responder
Teu desafio foi culpado
Do inverno vir a correr
218
O frio é de "rachar"
Estamos a tremer
Só o "Menino a mijar"
Nos poderá aquecer
219
Sempre ouvi dizer
Que dos Santos ao Natal,
Verão já não deve fazer,
Pois é Inverno natural.
220
Eu andava radiante
Frio ainda não tinha
Mas veio num instante
Culpa da minha "maninha"
221
Agora é só agasalhar,
Ventania muito granizo,
Nas telhas a tilintar
Tanto não era preciso...

17-12-2007
"Ilhas"

Azoriana sorrindo e a tilintar de frio, responde:
222
"Eh, Hôme!" não foi por mal
Que o Sol eu espantei,
Mas daqui até ao Natal
O que sabes também sei.
223
O frio congela o canto
Mas nunca o pensamento
Por isso não causa espanto
Que se anime o momento.
224
Eu não sou ave agoirenta
Nem peço muito granizo
O meu tecto 'inda aguenta...
Nos meus filhos vejo riso.
225
Espreitaram à janela
As bagas qu'então caíam
Por mim fugi logo dela
Cobertores me cobriam.
226
O frio fez-me a saudade
Voltar como a ventania
Este viver na cidade
É diferente da freguesia.
227
Enroscada no sofá
A pensar na cantoria
Até que enfim chega cá
P'ra lembrar melhor o dia.
228
Lembras-te da tal "Cagarra"?
Não sei se voou p'ro destino
Se o granizo a agarra
Peço ajuda ao Menino.
229
Que a deixe então voar
Para junto dos seus pais
Para puder festejar
As férias fenomenais.
230
Mas o Sol veio outra vez
Não arrumou vento e chuvas
Prepara-te porque talvez
Vais ter que usar umas luvas. :)

Abraços
18-12-2007
Azoriana

Concurso: ***Poemas da Minha Terra***

16.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

O sítio da Poesia em Rede lançou novo concurso ao público cujo tema é o que referi no título supra.

Participei e fiquei colocada na posição nº 13. Há quem diga que este número não é de sorte... Para quem acredita até pode ser mas trata-se apenas de um número e peço ao Pai Natal que olhe por ele. Afinal fiz uma pequena e sentida canção... Agora adivinhem qual "A Minha Terra"?

"Ilhas" e Azoriana ainda cantam...

15.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

É a vez do "ilhas" cantar:
202
A demora em responder
É por causa Natural
Fica-se muito a dever
à proximidade do natal
203
Nesta altura trabalho
Passa sempre a dobrar
E como a ele não falho
Tempo é pouco pra cantar
204
Mas não penses que desisto
Desta cantoria virtual
Porque até muito insisto
Que chegue até ao Natal
205
Meu presépio pronto está
A arvore de luzes a brilhar
Altar ao menino fiz já
Para a todos abençoar
206
Tudo a postos já tenho
Para a época festejar
Feito com muito empenho
Para os amigos brindar
207
Como és uma pessoa
Que se diz minha irmã
Penso que não é à toa
Que nossa amizade se tem
208
A casa tens cheia
Penso que ainda bem
Formando-se assembleia
Presidida por ti sua mãe
209
Teus filhos têm orgulho
Naquele que os viu nascer
Pois és como embrulho
Ssurpresa para aparecer
210
Tas sempre a surpreender
Tens um dom tão especial
para rimar e bem escrever
Que para ti é coisa normal

15-12-2007
"Ilhas"

E agora canto eu:
211
O desafio dá apetite
P'ra seguir sempre avante
Oxalá que sempre se fite
Rimas de sol radiante.
212
Entendo o teu atraso
Sem tempo de responder
O Natal com sol dá aso
A teres mais que fazer.
213
Nunca vi uma coisa assim
Nosso frio é tão terno
Parece que teve fim
Não há sinais de inverno.
214
O sol beija cada janela
Contagia felicidade
Haja comida na panela
Com um toque de amizade.
215
Cai em mim a nostalgia
Quando penso no Natal
Que todos no grande dia
Vivam o momento ideal.
216
E para vocês dois
Um abraço fraternal
Não sei o que virá depois
Cantemos até ao Natal.

Abraços
15-12-2007
Azoriana

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte IX)

14.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

225
Pelo o que posso constatar
Mantém a primeira intuição
Quem diria q'iria adivinhar
A "dona" de tal confusão
226
Afinal a ilha é pequena
No meio de tanta gente
Ser tão longe é pena
Senão'tava mais contente
227
Admirada ainda estou
Um telefonema não receber
Afirma que sabe quem sou
De voz não se faz aparecer
228
À minha mãe não desvendou
Brincadeira de outrora
Será que alguém já lhe contou
Ou espera por outra hora?!
229
Essa lenda quero continuar
P'ra partilhar desta alegria
Quando lá for vou me informar
Dos cantadores de Santa Maria
230
Do nada nasceu
Por mera inspiração
Veja até onde cresceu
Essa nossa conjugação
231
É algo de se louvar
Em tão poucos bens
Às duas vou desejar
Os sinceros Parabéns!

14/12/2007
A Cagarra

232
Se for certa a teoria
Brevemente confirmarei
Não se acabe a cantoria
Se enigma desvendei.
233
'Inda não tenho a certeza
Do que vai p'raqui armado
Em cima de outra mesa
Há um número anotado.
234
E se tal se confirmar
E eu receber resposta
Pudemos até marcar
A ligação bem disposta.
235
Não revelo à multidão
O número que já ditei
Queria ter a solução
Pois já tanto aguardei.
236
Agora já me chegou
A resposta que esperava
E tudo se confirmou
Daquilo que se cantava.
237
Duzentas e trinta e sete
Marca a quadra divinal
A rima bem promete
Falar antes do Natal.
238
Do "Céu" veio a emoção
Pela "actriz" veio até nós
E na cor do coração
Venha daí sua voz.

14/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII)

A "Super Bock"

14.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

Neste dia, logo pela manhã, tive um comentário que me surpreendeu. Ei-lo:

«A Super Bock lança a 1ª Edição dos Super Bock Super Blog Awards! Expressa-te, dá a tua opinião e mostra o que vale o teu Blog! Inscreve-te já e habilita-te a mais de 3.000 Euros em Prémios. Sabe mais em:
www.superbock.pt
Super Bock
Super Bock Super Blog Awards»

Descobri que:

«Os Super Bock Super Blog Awards são uma homenagem a ti e a todos quantos, diariamente, celebram a língua portuguesa em total liberdade de expressão e ajudam a criar uma nova Internet, a Web 2.0. Vamos fazer a festa dos Blogs em Portugal, premiando a importância desta forma de livre expressão colectiva e partilha de opinião.

Todos os anos, os prémios Super Bock Super Blog Awards irão reconhecer a autenticidade, a actualidade, a relevância, a interactividade e também a criatividade dos melhores Blogs portugueses.

Com esta iniciativa, a Super Bock pretende contribuir para a difusão dos melhores Blogs, estimulando os portugueses a participarem na consolidação da Identidade Portuguesa online.

Para fazeres parte deste desafio, só tens que inscrever o teu Blog e votar nos teus preferidos.»

E pode ler-se mais sobre o assunto na hiperligação supra.

Tenho que me decidir se me inscrevo ou não. Em breve darei notícias.

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte VIII)

12.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

207
Confusa fico e fiquei
Com as pistas que me deu
Agora então já não sei
O que é dela e o que é meu
208
Já me fez pensar
Numa pessoa mais
Gostam ambas de rimar
Mas de nada são iguais
209
Uma p'ra saúde trabalha
E a outra p'ros aviões
Qual delas me baralha
Nessas minhas indecisões?
210
Divertidas por natureza
Têm isso em comum
Faz parte da sua beleza
Fazer rir a qualquer um
211
O 'aparelho' passou-me ao lado
Mas há hipóteses a considerar
Julgo que está controlado
Ou um toque lhe quer dar?
212
Será ela uma boa actriz
Ou de uma piada bonita
Estamos a falar da **atriz
Ou então da S** *nita
213
Pela minha mãe irei saber
Se o ovo tem clara e gema
Meu nome irei esclarecer
Como "Garota de Ipanema".

12/12/2007
A Cagarra

214
Isto está a fazer rir-me
Em casa que agora é cheia
Se você pudesse ouvir-me
Tirava o bicho da teia.
215
Para tal o telefone
O aparelho normal
Por via do microfone:
Boas Festas de Natal :)
216
Já sei o que é teu
Porque dela já eu sei
Pelo nome que me deu
A solução eu encontrei.
217
**ita eu não conheço
Nem nunca ouvi dela
A outra, sim, é que peço
Que se ponha à janela.
218
Haja saúde com fartura
E alegria pelo mundo
A **atriz é uma ternura
Faz rir-nos logo ao segundo.
219
Oh "Garota de Ipanema"
Rima com teu nome (?), lindo,
E também com a tal gema
Que me deixa aqui sorrindo.
220
E por este caminhar
Voltarás a Santa Maria
E eu aqui a adivinhar
O segredo da maresia.
221
Onda vai, onda vem
Neste mar de cantoria
Quadra sai, quadra se tem
Não tenha medo, sorria!
222
(José de Alencar escreveu
Uma história de amor
Sei de quem nunca a leu
Mas à pesquisa deu valor).
223
Os versos na minha mente
Voam com velocidade
É feliz certamente
Se rimar com Qualidade.
224
Cirando revelações
Sem surtir qualquer efeito
Espero as decisões
Nalgum momento perfeito.

12/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I,II,III,IV,V,VI,VII)

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte VII)

12.12.07 | Rosa Silva ("Azoriana")

199
Reparei aqui deste jeito
Nossas quadras não estão lentas
Com mais uma fica feito
O lindo rol de duzentas.

12/12/2007
A Cagarra

200
Isto agora é muito sério:
Após contacto de almoço
Vai acabar-se o mistério
Sem criar grande alvoroço.
201
"Foi 'um toque' que me deu"
É a frase que li atrás
Será a função que exerceu
E exerce e bem a faz?!
202
A amiga, desta amiga
Mariense2 com boa rima,
Se é colega já "antiga",
Tem 'aparelho' que estima?
203
Cagarra com qualidade
Na rima e cantoria
Diga lá se é verdade
A descoberta deste dia?
204
À sua mãe vai comunicar,
E dizer o que se passa
Para depois naquele lugar
Acharem isto com maior graça.
205
O trabalho agora aperta
E não lhes deixa as 'mãos livres'
Não sei se esta descoberta
Vai fazê-las mais felizes?!
206
Agora preste atenção:
Dê-me sua quadra bo'nita'
Com "gema" rime então
Se a verdade aqui foi dita.

12/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III, IV, V, VI)

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