Novo Ano, nova vida
01.01.08 | Rosa Silva ("Azoriana")
É tempo de dizer adeus
Chegou o ano da mudança
E nestes versos meus
Tempero outra esperança.
As páginas que alimento
Os blogues a que dei voz
Entram num ritmo mais lento
Perdem o fogo veloz.
Ao SAPO peço perdão
Por ter de abrandar
Sempre que tiver ocasião
Fora de casa irei postar.
A todos os que me seguem
E conhecem esta faceta
À Senhora sei que pedem
Para não desligar a Serreta.
A Serreta foi minha sorte
O SAPO um grande amigo
Não há remédio p'ra morte
Mas os euros estão em perigo.
Um dia isto ia acontecer
Porque nada é eterno
A mudança que estou a viver
Torna o momento mais terno.
Até sempre!
Chegou o ano da mudança
E nestes versos meus
Tempero outra esperança.
As páginas que alimento
Os blogues a que dei voz
Entram num ritmo mais lento
Perdem o fogo veloz.
Ao SAPO peço perdão
Por ter de abrandar
Sempre que tiver ocasião
Fora de casa irei postar.
A todos os que me seguem
E conhecem esta faceta
À Senhora sei que pedem
Para não desligar a Serreta.
A Serreta foi minha sorte
O SAPO um grande amigo
Não há remédio p'ra morte
Mas os euros estão em perigo.
Um dia isto ia acontecer
Porque nada é eterno
A mudança que estou a viver
Torna o momento mais terno.
Até sempre!
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