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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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Noite das bruxas

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")



Agora...

Eis a noite d'Halloween
Véspera de Todos-os-Santos
Todo o mundo está in
Há bruxas em todos os cantos.

Mas de bruxas eu não gosto,
Prefiro ficar quieta,
Podem crer e até aposto
Que alguma criança afecta.

Depois...

Gostava de inaugurar
A casa que agora é minha
Com muita gente a rimar
Na sala ou na cozinha.

A data não sei ainda
Pra tamanha cantoria,
Acho é a ideia linda:
Quem será que apoiaria?

Rosa Silva ("Azoriana")

À roda de uma caixa de chocolates - Fábrica de Histórias

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

Palavras para uma imagem que retenho há algumas horas à minha frente: Uma bela caixa de chocolates!

Hoje só queria uma caixa de chocolates para comer ao lado de uma amiga. Só mesmo essa beleza de doçura para me alegrar (mas até isso me está interdito). Adoro chocolates desde miúda. Ainda me lembra que, na minha infância, meus pais quando iam à cidade – Angra do Heroísmo – na volta, traziam quase sempre um chocolate daqueles cuja embalagem tem um dourado e de cor vermelha. Que delícia! São saudades duplas (pelos pais e pela forma que era recebida tal prenda pelo bom comportamento que o mesmo é dizer, por não fazer birra para ir com eles à cidade).

Entretanto ocorreu-me uma ideia que vem mesmo a propósito da circunstância da “nova” muda de casa. Imagino como seria bom, após aquela estafa habitual de carregar caixas e caixotes de um lado para outro, ter um belo chocolatinho, qual morango repousado numa verde forma de papel (Ai, não me falem em verde que me lembro da cor esverdeada que percorre as paredes de um quarto que se queria alvo e limpo!), cujo recheio é mesmo chocolate do melhor que pode haver.

Após esta verdadeira delícia, a energia seria maior para proceder a varredelas, lavagem geral e a colocação de cortinados nas janelas com vista para as árvores fronteiriças verdes (Ai, lá vem outra vez o verde a cirandar à minha volta!) e para o tão conhecido Monte Brasil, que vejo todo pela rama verde (Ai... cala-te com tanto verde) qual desenho no horizonte cinzelado de azul (como gosto mais desta cor que me lembra sempre que sou de mar mesmo que não saiba nadar).

Nesta altura faço uma pausa para recordar que o mar, para mim, simboliza o homem e a terra a mulher. Mar e terra completam um colorido magnífico. Enquanto que vejo a terra verde, o mar é tonificado de azul. Portanto, prefiro sempre o azul (na tonalidade clara) ao invés do verde.

Voltando à caixa de chocolates... É a prenda ideal para todas as ocasiões. Até para oferecer a quem nos ajuda a limpar, esfregar uma casa que esteve sujeita a mudanças radicais que fizeram parecer a noite das bruxas uma noite de verdadeira alegria. (Eu que nem gosto de bruxas, nem da dita noite).

Não me peçam é para chamar os espíritos da noite... Aí seria mesmo a hora ideal para a dança da sala preta e verde, sem esquecer a caixa de chocolates para saborear após este bailado fantabolástico, em que a abóbora, com a chama ardente, estaria no portão a assinalar que há festa na Casa Fantasma.

Eu prefiro pensar que estamos na vigília de Todos os Santos, o mesmo é dizer, o Halloween, e que virá o dia de Todos os Santos, isto é, o de Pão-por-Deus. As crianças vão com sacas de retalhos coloridos pedir a esmolinha por alma dos defuntos, cuja celebração é feita no dia seguinte, que é sempre o dia dois de Novembro.

Na noite das bruxas (ou diabruras) a "Roulotte das Farturas"

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

Após umas quadras minhas deixadas no comentário do artigo de António Aleixo, de Maria Ventura, autora do blog "A Roulotte das Farturas"...

 




(Usa Ctrl+C p/copiar
e Ctrl+V p/colar
o selo no seu blog)

 

 

... deparei com a resposta na forma que me cativa e que faço agora o respectivo destaque e agradecimento:

Quadras de Maria Ventura

Vim cá eu ver das farturas
Encontrei uma maravilha,
Que se não veio das alturas
De certeza veio da Ilha!

Seja benvinda, amiga,
Entre que a casa é sua!
Que por causa desta rima
Pôs-me no mundo da Lua!

Nesta noite de diabruras
Feitas de mil uma cores,
Para provar as farturas
Veio visitar-me os Açores!


*****************************
Tive que deixar-lhe este comentário:

E venha visitar a ilha Terceira que é alegre e festeira.
Cantamos ao desafio, temos cantadores de brio.
Se de nós ouvir falar é porque há saudades no ar.
Eu a si ainda não conheço mas fiquei já com apreço.
E já fica a saber que Góis já me deu a ler
Num livrinho editado por uma diva daquele lado.
Agora eu vou parar antes que me mande calar...

*****************************

Nota: Que tal o selo que tem tudo a ver com o blog que encontrei, por acaso? Dou o código do mesmo de bom grado se a autora gostar.

Gosto das quadras de Aleixo

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")



Por causa de artigo meu,
Vim logo parar ao seu,
Para ler o que é de Aleixo
Que faz-nos cair o queixo.

Sua rima é eficaz,
Faz cativar o rapaz
E também a rapariga
Que de rimas é amiga.

N'A Roulotte das Farturas",
Com direito a venturas,
Que seja sempre animada
Por uma quadra rimada.

A vida não está para graças
Mais vale cuidar das massas;
Pra mesa venha a fartura
Que nos dá boa leitura.

Rosa Silva ("Azoriana")

 

Nota: Estas rimas foram feitas a propósito de um artigo no blog supra referido, cujo título é: António Aleixo.

Ao "Blog de Manteigas"

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

Gostei muito de visitar,
Esse blogue de Manteigas,
E também quero avisar
Que minhas vistas são leigas.

Por causa de um artigo,
É que fui ali parar,
E pra não ficar em p'rigo
Desejo então retornar.

Rosa Silva ("Azoriana")

Gostei muito deste poema que encima o blog:

Recordar Manteigas

Quando a neve cai em volta
Nos montes em de-redor
Manteigas, então, parece
Pela beleza que oferece,
Capricho do Criador.

Do Inferno tem o Poço
Do Mondego a nascente
Dos Cântaros possui a aspereza
O Zêzere lhe dá a riqueza
De que vive muita gente.

Um maravilhoso Soneto, de Renã Leite Pontes

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

† [1] QUINARI †

Por Renã Leite Pontes

Planície que leva ao meu vale amoroso...
Poema perfeito composto pra amante.
Baixada de terra nascida de instante,
Bem feita, a capricho, por Deus dadivoso.

Deus triste da guerra te fez vaporoso;
Distante da morte te pôs protegido.
O traje da honra te deu por vestido,
Destarte cantado por filho orgulhoso.

Munida do escudo da paz desejada,
Embora sem ouro, mas com limpos ares,
Forrada de louros, no início da estrada

Brilhante, soberba que ensina valores.
Sem mar, mas dotada do dom de encantares:
Por isto teus filhos te cobrem de amores.

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[1] A palavra Quinari é um vocábulo da língua tupi-guarani, que significa: lugar de águas límpidas entre palmeirais.

Sinceros parabéns ao escritor, professor e poeta, Renã Leite Pontes, que é o autor do blog "Cânticos do Acre" - Brasil.

Versos afectuosos a Renã Leite Pontes

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

Ao escritor, professor e poeta Renã Leite Pontes
Acre - Brasil

E permita que lhe diga,
Bem fundo do coração,
Que a linda arte antiga,
Fez, em si, melhor canção.

A singular melodia,
Que chega perante mim,
Faz brilhar este meu dia:
É lindo cantar-lhe assim!

Renã Pontes avivou
A sua arte maior,
E comigo partilhou
A lira no seu melhor.

Mesmo que tenha aprendido,
Com a poetisa goiense,
É por si, douto sentido,
Que tal arte ora vence.

Você não está sozinho,
No gosto que mais encanta,
Eu sigo quase o caminho
Porque sei que a rima é santa.

Dou-lhe a minha ovação,
Nesta hora preciosa,
Fique com a recordação
Desta "Azoriana" - Rosa!

Um abraço feliz e contente por si.

Rosa Silva ("Azoriana")

E por Mértola naveguei e umas cantigas cantei...

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

Ao blog "Mértola" e seu autor

Muitos, muitos parabéns!
Cá estou eu para lhe dar,
Estes são os nossos bens
Que melhor podem durar.

Tudo prova que as visitas,
No seu número avantajado,
Porque gostam, são bonitas
Estão nesse blog honrado!

Da ilha pró Alentejo,
E de Angra para Mértola
Muita força lhe desejo
E reluza como pérola.

Continue com amor,
À terra do seu encanto,
Eu vou dando meu louvor
Ao Divino Espírito Santo.

Que Ele deite sua bênção,
A quem por aí passar,
E preste sempre atenção
Às gentes desse lugar.

Na hora da despedida,
Entrego o forte abraço,
É uma estrofe sentida
Mais alegre é seu espaço.

Parabéns pelas suas 100.000 visitas

Rosa Silva ("Azoriana")

As primeiras luzes de ânimo

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

30 de Outubro de 2008

Nem sei como começar. O texto está-me engasgado como se tivesse um novelo a prender os dedos. Foi o dia de ir fazer a minha primeira vistoria à "nova" casa que, finalmente, está em meu nome. Passados seis anos parece uma catacumba de vazios, com restos de baratas, cores horríveis (onde param as paredes branquinhas? (...) E onde foi parar tanta coisa?). Sem água, sem luz, sem cheiro agradável. Com sanitas vagabundas, negras de nódoas de quem parece ser mais irracional do que ser humano. Como é possível?! Seis anos é assim tanto tempo?

E o quintal? Parece um tufão de silvado, ervas multicores de altura exagerada, árvores sem fertilidade, um dilúvio de bicharada que quando nos "avistou" voava em nuvem para nos ir à pele, sobretudo à minha que à mais pequena coisa fica um cristo...

O que faço? O que fazer? Não sei.

Falta a minha mãe para eu lhe ligar a dizer: - Mãe, mãe... Sabes o que aconteceu? Pois olha isto assim, está assado; aquilo de lá, está acolá; aquela parte já não existe... Mas não a tenho viva. Tal pena! Haverá alguém que me substitua, por um instantinho, a minha mãe? Preciso tanto de ti, mãe!

Sem carro. Sem ter alguém que nos ajude (imagino assim uma data de mãos por lá dentro fazendo uma reviravolta em tudo) e mesmo que arranje alguém, como vou pagar-lhe?! E não me venham dizer que sou pedinchona. Eu já ajudei algumas vezes mas agora estou a sentir-me só, a nadar em monda e lixo... Quem se quer meter nisso? Tem de ser eu, eu e eu... Mãe, tenho medo de não aguentar... Por momentos, voltei seis anos atrás. Recordei-me de tudo fresquinho, arranjado, novo... O sonho acabou para me dar o pesadelo real. Como vai ser?

Valerá a pena? Mãe, diz-me, valerá a pena lutar mais uma vez por ter aquele cantinho "novo"?

Quando posso mudar? Não sei... Esmoreci... A tristeza ocupa parte de mim...

Até logo, mãe.

Rosa Silva

************

Acho que a minha mãe mandou uma mensagem a uma amiga que me escreveu.

Não revelo quem assinou a mensagem mas ela sabe que já faz parte do meu mundo e que gosto muito dela. Espero nunca a ofender porque a minha escrita, por vezes, pode não se perceber como eu penso que se percebe. As suas palavras sensatas e amigas vieram dar-me as primeiras luzes de ânimo:

Amiga, eu percebo... É uma desolação! Mas pensa que uma etapa já está! Já tens a casa no teu nome!! E uma vitória!!

O resto, vai fazendo com calma, aos poucos... Com o gosto de que estás a reconstruir o teu lar. Não precisas fazer muito de uma vez... Cada coisinha que fizeres faz com amor... Para que o amor, a paz, a ordem, a tranquilidade, aos poucos vão voltando àquele lugar. Tu agora és como um passarinho que está a construir um ninho... Palhinha a palhinha... E as palhinhas vão-se entrelaçando, e quando deres por isso as coisas começam a tomar forma! Agora és uma cagarra que nas rochas áridas das escarpas, constrói um ninho quentinho e cheio de conforto. Não penses no todo... Pensa só em partes, e estabelece metas... Mas metas pequeninas... Vais ver que chegas lá!

Eu sei que deve cortar a alma... Mas lutaste tanto para chegar aqui!! Não desanimes, não desistas!! Pensa que agora estás a começar de novo...

(...) posso comprometer-me que te vou ajudar um dia inteiro. Um sábado por exemplo. Vamos de manhã, e eu ajudo a limpar, e a fazer o que puder. Fico muito feliz de puder contribuir com um dia para que a Casa da Azoriana ganhe de novo vida! Olha, é isso mesmo!!! Faz uma campanha... Pede um dia de ajuda... Só um dia... Se todos derem um dia não custa muito... É uma ideia...

Sei que as minhas palavras não são o mesmo que as palavras sensatas de uma mãe... Mas espero ter ajudado e dado algum alento.

Sorte!!!


Bjis da tua amiga

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31 de Outubro de 2008

Obrigada Amiga!

Hoje só queria uma caixa de chocolates para comer contigo, amiga. Só mesmo essa beleza de doçura para me alegrar (mas até isso me está interdito). Será que alguém me ajudava por uma caixa de chocolates?! Já me chegam vestígios de um sorriso...

Primeira etapa está quase. A segunda etapa é adquirir luvas, lixívia, esfregões, vassouras, pá e sacos de lixo e, ainda, preparar roupa e calçado aptos a todo o tipo de intempérie. Ah! E uma caixa de chocolates porque pode aparecer alguém...

Levo comigo a estampa de Nossa Senhora dos Milagres que é sempre a melhor ajuda!

Rosa Silva ("Azoriana")

Pelos caminhos de Portugal

31.10.08 | Rosa Silva ("Azoriana")

PORTUGAL
CONTINENTE
NORTE

Minho-Lima
Arcos de Valdevez-Caminha-Melgaço-Monção
Paredes de Coura-Ponte da Barca-Ponte de Lima
Valença-Viana do Castelo-Vila Nova de Cerveira
Cávado
Amares-Barcelos-Braga-Esposende
Terras de Bouro-Vila Verde
Ave
Fafe-Guimarães-Póvoa de Lanhoso-Santo Tirso-Trofa
Vieira do Minho-Vila Nova de Famalicão-Vizela
Grande Porto
Espinho-Gondomar-Maia-Matosinhos
Porto-Póvoa de Varzim-Valongo
Vila do Conde-Vila Nova de Gaia
Tâmega
Amarante-Baião-Cabeceiras de Basto
Castelo de Paiva-Celorico de Basto
Cinfães-Felgueiras-Lousada
Marco de Canaveses-Mondim de Basto
Paços de Ferreira-Paredes-Penafiel
Resende-Ribeira de Pena
Entre Douro e Vouga
Arouca-Santa Maria da Feira-Oliveira de Azeméis
São João da Madeira-Vale de Cambra
Douro
Alijó-Armamar-Carrazeda de Ansiães-Freixo de Espada à Cinta
Lamego-Mesão Frio-Moimenta da Beira-Penedono
Peso da Régua-Sabrosa-Santa Marta de Penaguião
São João da Pesqueira-Sernancelhe-Tabuaço-Tarouca
Torre de Moncorvo-Vila Flor-Vila Nova de Foz Côa-Vila Real
Alto Trás-os-Montes
Alfândega da Fé-Boticas-Bragança-Chaves
Macedo de Cavaleiros-Miranda do Douro
Mirandela-Mogadouro-Montalegre-Murça
Valpaços-Vila Pouca de Aguiar-Vimioso-Vinhais
CENTRO
Baixo Vouga
Águeda- Albergaria-a-Velha -Anadia-Aveiro
Estarreja-Ílhavo-Mealhada-Murtosa
Oliveira do Bairro-Ovar-Sever do Vouga-Vagos
Baixo Mondego
Cantanhede-Coimbra- Condeixa-a-Nova -Figueira da Foz
Mira-Montemor-o-Velho -Penacova-Soure
Pinhal Litoral
Batalha-Leiria-Marinha Grande-Pombal-Porto de Mós
Pinhal Interior Norte
Alvaiázere-Ansião-Arganil-Castanheira de Pêra
Figueiró dos Vinhos-Góis-Lousã-Miranda do Corvo
Oliveira do Hospital-Pampilhosa da Serra
Pedrógão Grande-Penela-Tábua-Vila Nova de Poiares
Dão-Lafões
Aguiar da Beira-Carregal do Sal-Castro Daire
Mangualde-Mortágua-Nelas-Oliveira de Frades
Penalva do Castelo-Santa Comba-Dão-São Pedro do Sul
Sátão-Tondela-Vila Nova de Paiva-Viseu-Vouzela
Pinhal Interior Sul
Mação-Oleiros- Proença-a-Nova -Sertã-Vila de Rei
Serra da Estrela
Fornos de Algodres-Gouveia-Seia
Beira Interior Norte
Almeida-Celorico da Beira-Figueira de Castelo Rodrigo
Guarda-Manteigas-Meda-Pinhel-Sabugal-Trancoso
Beira Interior Sul
Castelo Branco- Idanha-a-Nova
Penamacor-Vila Velha de Ródão
Cova da Beira
Belmonte-Covilhã-Fundão
Oeste
Alcobaça-Alenquer-Arruda dos Vinhos-Bombarral
Cadaval-Caldas da Rainha-Lourinhã-Nazaré-Óbidos
Peniche-Sobral de Monte Agraço-Torres Vedras
Médio Tejo
Abrantes-Alcanena-Constância-Entroncamento
Ferreira do Zêzere-Ourém-Sardoal-Tomar
Torres Novas-Vila Nova da Barquinha
LISBOA
Grande Lisboa
Amadora-Cascais-Lisboa-Loures-Odivelas
Oeiras-Sintra-Vila Franca de Xira-Mafra
Península de Setúbal
Alcochete-Almada-Barreiro-Moita-Montijo
Palmela-Seixal-Sesimbra-Setúbal
ALENTEJO
Alentejo Litoral
Alcácer do Sal-Grândola-Odemira
Santiago do Cacém-Sines
Alto Alentejo
Alter do Chão-Arronches-Avis-Campo Maior
Castelo de Vide-Crato-Elvas-Fronteira-Gavião
Marvão-Monforte-Mora-Nisa-Ponte de Sor-Portalegre
Alentejo Central
Alandroal-Arraiolos-Borba-Estremoz-Évora
Montemor-o-Novo -Mourão-Portel-Redondo
Reguengos de Monsaraz-Sousel
Vendas Novas-Viana do Alentejo-Vila Viçosa
Baixo Alentejo
Aljustrel-Almodôvar-Alvito-Barrancos-Beja
Castro Verde-Cuba-Ferreira do Alentejo
Mértola-Moura-Ourique-Serpa-Vidigueira
Lezíria do Tejo
Almeirim-Alpiarça-Azambuja-Benavente
Cartaxo-Chamusca-Coruche-Golegã
Rio Maior-Salvaterra de Magos-Santarém
ALGARVE
Albufeira-Alcoutim-Aljezur-Castro Marim-Faro
Lagoa-Lagos-Loulé-Monchique-Olhão-Portimão
São Brás de Alportel-Silves-Tavira
Vila do Bispo-Vila Real de Santo António
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
(RAA)

Ilha de Santa Maria
Vila do Porto
Ilha de São Miguel
Lagoa-Nordeste-Ponta Delgada
Povoação-Ribeira Grande-Vila Franca do Campo
Ilha Terceira
Angra do Heroísmo-Praia da Vitória
Ilha Graciosa
Santa Cruz da Graciosa
Ilha de São Jorge
Calheta-Velas
Ilha do Pico
Lajes do Pico-Madalena-São Roque do Pico
Ilha do Faial
Horta
Ilha das Flores
Lajes das Flores-Santa Cruz das Flores
Ilha do Corvo
Corvo
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
(RAM)

Calheta (RAM)-Câmara de Lobos
Funchal-Machico-Ponta do Sol-Porto Moniz
Ribeira Brava-Santa Cruz
Santana-São Vicente-Porto Santo

Pelos caminhos de Portugal

Entre esta população
Há-de estar o tal rapaz,
De sobrenome Trovão,
Que falar não é capaz.


Por Distrito ou Região,
Aldeias ou freguesias,
Se sabem dele, ou não,
Disso não há garantias.


O dia não é que corre,
Somos nós que o vivemos,
Há muita gente que morre,
Por pouco ou mais ou menos.


Se souber do paradeiro,
Desta pessoa emigrada,
Deixe um sinal verdadeiro
Peço: não fique calada.


Até já e muito obrigada!
2008/10/31

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