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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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7 anos. Flor da Rima

28.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

"M" "a" "til" de = Mãe = Matilde

 

De 28-10-2004 a 28-10-2006: Não houve artigos com alusão directa à data de 28 de Outubro, a sua partida.

 

28-10-2007: À minha musa serretense!

 

28-10-2008: Mãe...

 

Mãe...

28-10-2009: Partidas lembradas.

 

28-10-2010: Madrugámos. Do teu sorriso brando, eu não me desvio. No teu olhar, uno, eu leio o teu perdão. Na tua voz, silenciosa, a mensagem ecoa por mim. Guardo a relíquia do AMOR, que me ditaste na madrugada da rima. Amar a...

 

FLOR DA RIMA

 

Partiste, sem nos deixar,
Para o ramo celeste.

Rainha foste em amar
Tudo o que hoje me disseste.

 

Deixaste a dor terrena,

Subiste nova enseada...

 Tua alma não é pequena

Ela foi abençoada!

 

Do AMOR, a flor da rima,

No canto da madrugada,

O elo da nossa estima

Se alegra na caminhada.

 

Matilde Rosa é perfume

De lava, na escritura,

Que se torna o costume

De sete anos de ternura.

 

ROsa MAria

 

Correia da Silva ("Azoriana")

 

28-10-2010

OE numa fuga para a frente...

25.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

Receita Despesa

O Orçamento de Estado
É impasse verdadeiro:
Cada um para seu lado
Defendendo o seu terreiro.

 

Meus senhores escutai
Vossa voz da consciência
De certeza que não cai

Na valeta, em consequência.

 

Quem tem o seu ordenado

Ou carteira recheada
Perde a noção do bocado
Daqueles que não tem nada.

 

Os ricos de antigamente
São os pobres de hoje em dia;
Outros há que no presente
Têm algo de garantia.

 

Não pensem só na receita
Controlem mais a despesa
A conversão que foi feita
Veio à tona concerteza.

 

O euro é enganador
Leva tudo a seu jeito
O pobre trabalhador
Não vê nele bom efeito.

 

Empolaram as despesas

Com os impostos crescendo
Deixem-se de realezas

Aqueles que as estão vivendo.

 

Esta minha opinião
Não penso que vos moleste
Que vibre na ocasião
O que a rima me investe.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

Rainha do mundo

23.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")
Desejo boa caminhada
A quem vai ver a Senhora
Seja feliz na jornada
E pela sua vida fora.
 
Dos Milagres, Mãe querida,
Por toda a ilha Terceira
Na Serreta tem guarida
Porque é dela Padroeira.
 
É a rainha do mundo
E de todos os fiéis
Do pobre e do moribundo
Dela não vos separeis.
 
É o sorriso da Mãe
Que nos dá mais alegria
Qual o filho que não tem
Amor a Santa Maria?
 
Rosa Silva ("Azoriana") 

Convite para Jantar Regional Serretense

21.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

Através do Portal da Serreta ficámos a saber que no dia 31 de Outubro há comes e bebes à moda da ilha Terceira, na freguesia da Serreta, concelho de Angra do Heroísmo.

 

O local escolhido é o novo Pavilhão Desportivo da Serreta. Estas novas instalações adequam-se perfeitamente a um jantar deste calibre. Aproveitem a aquecer o estômago nesta estação outonal, onde o vinho de cheiro é jeitoso para provocar cantigas e alegria q.b.

 

Espero ver-te por lá e faz como eu reserva o teu lugar!

Cuidados primários

20.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

Ninguém fica para semente

Dizem todos e com razão
Cada vez está mais doente

Quem não zela o seu quinhão.

 

Há quem tenha antecedentes

Cujo destino foi duro

Agora seus descendentes

Vêem negro o seu futuro.

 

A força do pensamento

Conduz toda a nossa acção

Há-de haver sempre um momento

Que nos bate ao coração.

 

Enquanto ele nos bater

A compasso, em tom suave,

Não se pensa que morrer

É porta que não tem chave.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

Corrente de amor

20.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

Na áurea cortesia do teu olhar,
Pendente da razão de me encontrar,
Subi ao trono da paixão, somente,
Para celebrar o teu corpo ardente.

 

Angélica bebida a marulhar
No mosto da palavra salutar
Que rega o meu corpo docemente
Até que o beijo arda de tão quente.

 

As pétalas que caem desta paixão,
Espalhadas no corpo da união,
Florescem, de novo, bordando a vida.

 

Deitados na aliança, que nos compacta,
No leito da madrugada onde se ata
Corrente de amor, vida sortida.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

 

Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=16042

Índice temático: Desenho sonetos

Carlos Cândido (da Silva)

19.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")
Somos filhos desta Terra
Jesus aqui nos plantou
De vez em quando descerra
Tudo aquilo que se encerrou.
 
Do meu pai não falo tanto
Pra não mexer na saudade
Saber dele dá-me encanto
Lembra-me de outra idade.
 
Deveras trabalhador
Com um génio quanto baste
Crente em Nosso Senhor
Ainda bem que dele falaste.
 
Quem o sabia levar
Tinha dele tudo o que queria
Para sempre o vou amar
Enquanto houver noite e dia.
 
De dia ele trabalhava
À noite fazia serão
Poucas falas ele me dava
Mas deu-me a grande lição.
 
Admirei toda a sua arte
De tudo saber fazer
Trabalhou em toda a parte
Antes mesmo de morrer.
 
Muitas vezes, a seu lado,
Eu via o que ele criava,
Uma janela ou um arado,
E mais que a madeira dava.
 
Seguia com atenção
O serrote ou a enxada
E quando ele perdeu a mão
Ao desgosto deu entrada.
 
Mesmo assim, com essa dor,
E um desgosto profundo,
Continuou com seu valor
A trabalhar neste mundo.
 
Em Fevereiro, dois mil e um,
Numa cama hospitalar,
Perdia o senso comum,
Mas não esquecia o lar.
 
Adeus, Pai da minha vida,
Adeus meu progenitor,
Adeus da filha sentida
Com uma lágrima de dor.
 
Esteja ele onde estiver
Saberá das minhas falhas,
Oxalá a sua mulher
Não o deixe assim ao calhas.
 
Um casal de sofrimento,
De valores e de paixão,
Seguiram cada momento
Com forte abnegação.
 
Hoje canto a sua vida,
Heróis de terra e mar,
Com a frente sempre erguida
À Mãe Santa do altar.
 
Rosa Silva ("Azoriana")

Nota de agradecimento

17.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

 

DI Revista de 17 Out 2010

DI nº 392, de 17.10.2010. pág. 20
Reportagem de Helena Fagundes
Rosa Silva: Poeta da Internet

 

A entrevista ocorreu no dia 9 de Outubro e foi para conhecimento dos leitores da DI Revista a 17 de Outubro/2010.

Naquele sábado, o meu filho, Paulo Borges, o "Pipoca", fazia os seus catorze anos e também ficou na fotografia. Ele tem seguido o percurso de uma vida nova.

 

Um recado do céu

 

Acredito, muito sinceramente, que a Matilde Correia, minha falecida mãe, deve ter sorrido à Reportagem de Helena Fagundes a meu respeito, bem como a Fagundes Duarte que "levantou a poeira" no seu Folhetim :) [Sou fã do Folhetim e suas "farpinhas"].

Não é luxo nem vaidade,
Mas grande satisfação
Por ser feita a vontade
De quem me deu inspiração.

 

Louvor(es)

 

Louvo, com gosto, a redacção de Helena Fagundes que soube dar um colorido novo ao que venho desenhando ao longo de seis anos. Desejo-lhe a continuação de uma carreira de sucesso e, a nível pessoal, as melhores prosperidades.
Louvo, também, a perícia fotográfica de António Araújo que captou um dos bons momentos da minha vida, na casa que me dá guarida.
Louvo, quem dá aconchego ao que se produz neste ponto do Atlântico.

 

Blogues, Jornais e Revistas

 

Blogues, Jornais e Revistas
De amadores e/ou profissionais
Irão sempre dar nas vistas
Mantê-los não é demais.

 

Andam sempre de letras-dadas
Premiando nossa Cultura
Com imagens adornadas
Da alma que nos figura.

 

Muito obrigada!

 


http://www.diarioinsular.com/version/1.1/r6/?cmd=coment&id=23693

2010.10.17


Rosa Silva ("Azoriana")



Ludgero Vieira - um cantador ao desafio da nossa terra

16.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")

"SE EU PUDESSE CATIVAR AS ESTRELAS
ESPALHAVA-AS COM CARINHO
PARA QUE TU PUDESSES TE-LAS
A ILUMINAR O TEU CAMINHO."

 

Ludgero Vieira

 

A minha resposta:

 

As estrelas brilham no céu
São archotes da cantoria
Dão mote ao verso ilhéu
E no teu melhor irradia.

És poeta do desafio
De cantigas com valor
Às vezes até me arrepio
Com teu verso encantador.

Tens a brava ilha Terceira
Correndo nas tuas veias
Cantando à tua beira
Com beleza me premeias.

E ficará na memória
Da minha guia escrita
A quadra da trajectória
Que me deste, tão bonita!

Rosa Silva ("Azoriana")

Hoje é dia de Tribuna Portuguesa (e Taurina)

15.10.10 | Rosa Silva ("Azoriana")
Tribuna Taurina

 

Agradeço, reconhecidamente, ao director da Tribuna Portuguesa, José Ávila, por ter publicado, no seu jornal de 15 de Outubro, as minhas rimas dedicadas à aficion tauromáquica e a quem dela faz o seu modo de vida.

 

Clique na imagem supra para aceder ao sítio onde tudo isso, e muito mais, está ao alcance dos nossos olhares.

 

Aproveito para elogiar esta mesma imagem que nos apresenta a união entre o religioso e o profano tauromáquico. Lindo cartaz! Bravo! O touro é, sem dúvida, um monumento de heroísmo e bravura que, ao lado da Virgem Santa Mãe, se torna um cartaz de ventura das lides taurinas. Olé!... Olé!...

 

Rosa Silva ("Azoriana")

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