05.06.12 | Rosa Silva ("Azoriana")
Ó minha ilha encantada Meu palco de poesia Por ti estou maravilhada Nos anais da cantoria . Terra nossa abençoada És soneto de parceria És flor na terra pousada Ornamento que se cria. Ó que doce tentação Na bica da tradição Água benta do Senhor... Que tem o rosto sagrado No sacrário adorado Onde reside o AMOR! Rosa Silva ("Azoriana") Angra do Heroísmo, 5 de junho de 2012
05.06.12 | Rosa Silva ("Azoriana")
O que a minha casa dá Tem algo a ver comigo Todo aquele que vier cá Há de tornar-se amigo.
Mas se for um inimigo A bater à minha porta Só me verá no postigo Se eu sorrir é o que importa. Minha casa teve dores Alegrias e outros prantos Mas prezo as minhas cores Há versos em todos os cantos. Se hoje quiseres cá vir Ou noutro dia qualquer A porta hei de te abrir Esteja o tempo que estiver. Estou de férias sem ter planos À espera de nem sei quê Se for como noutros anos Fora da ilha ninguém me vê. Mas eu gostava de ver O triângulo dos Açores Prá saudade poder morrer Ao rever os meus amores.
Rosa Silva (“Azoriana”)