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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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Até sempre Amigo Poeta, Hernâni Candeias!

24.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Até sempre Amigo Poeta

 

HERNÂNI CANDEIAS

RIP Amigo!
* 15/06/1948 + 24/04/2015

 

Partiste dos amigos que tinhas,
Partiste sem eu te dizer "ADEUS"
Partiste e deixaste as vivas linhas
Poemas, que davas, com brados teus.

Muito obrigada, amigo Candeias,
Lembrar-te-ei para sempre assim,
Alvoraçando as francas ideias
E elas jamais conhecerão fim.

Com mais penas te escrevo agora
Mas guardo a terna recordação
Do teu poema, que me louva outrora.

Com lágrimas soltas voltei a lê-lo...
E fixei teu bom conselho, então.
Partiste mas fica vivo o teu zelo.

 
Rosa Silva ("Azoriana")

 

Translated into English by Katharine F. Baker & Fernando Alvarino Vieira:

HERNÂNI CANDEIAS

Rest in Peace, My Friend!
June 15, 1948 - April 24, 2015

 

You have left behind many friends,
You have left without my getting to say goodbye
You have left, and left behind vivid lines
Poems you read aloud in your strong voice.

Many thanks, my friend Candeias,
I shall remember you this way forever,
Making a stir with your frank ideas
And they will never meet an end.

With great sorrow I write to you now
But I treasure my warm memory
Of your poem that praised me before.

With flowing tears I reread what you wrote...
And heeded your good advice then.
You have left but your caring lives on.

 

P.S. Thank you so much my dear friend Kathie Baker & Fernando Alvarino!

Bom domingo

19.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Não tenho luxos nem os tive
Para os ter tinha de pedir;
A negação podia vir
Sem eles então me mantive.

Bem pouco há que me cative,
Se não é meu deixá-lo ir,
Para ser meu posso partir
E soluçar o que obtive.

Por isso digo, com segurança,
E até mais, com confiança,
Nada é meu nem a miragem.

Prefiro olhar o bem-me-quer,
Que me faz ser mais mulher...
E três filhos, doce imagem!

Rosa Silva ("Azoriana")

Coroas de Deus (para "Voz dos Açores" - Cheirinho da Terceira)

18.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Andam as Coroas de Deus
Coroando os inocentes
E também os versos meus
Levam o amor dos crentes.

Crianças alvas de fé
Seguem na coroação
Que na Terceira já é
Uma longa tradição.

Que saudades devem ter
Os que hoje, ontem foram
Crianças a alvorecer
Pela fé de quem as coroam.

Vinde Espírito Santo
Inflamai os corações;
De Ti precisamos tanto
No centro das Orações!

Coroas de Deus Espírito Santo

 
Rosa Silva ("Azoriana")

Gravado para a Rádio Portugal USA.

Âncora do tempo

11.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Queria o tempo parar
Mas é obra sem efeito;
Porque somos nós a andar
Seja a torto ou a direito.

Queria um selo pôr
Nas asas do movimento
Que ancorasse o amor
À paz e contentamento.

Queria abraçar a rodos
Alegria, sorte, saúde,
Partilhando-o com todos.

Porém, quem pode assim ser
Ancora boa atitude
Ao seu tempo de viver.

Rosa Silva ("Azoriana")

Índice temático: Desenho sonetos

2015/04/09 De passagem ou a paisagem efémera

09.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Quando um projeto toma forma e tem pernas (ou teclas) para andar (ou digitar) achamos que alcançámos uma proeza, que até na altura que começou era pouco vista ou conhecida para a maioria dos iniciantes nas vias tecnológicas que nos colocam ao alcance local, regional, nacional, e, imaginem a maravilha, a rede internacional, que já leva uns bons anos de propagação.

Escrever certos termos “inglesados” hoje em dia não causa tanta estranheza como outrora… SAPO é uma sigla e não o batráquio propriamente dito, mas gosta de se apresentar com a “fisionomia” dele; um atalho tanto pode ser o “shortcut” como uma ruela estreita encurtando distâncias; uma alcunha pode ser “Azoriana” como um “nickname” em alguns sítios navegantes (sem caravelas, barcos ou navios) na Web; um rato tanto pode ser um periférico do computador como um horrível roedor que nos causa a leptospirose se abandonarmos a proteção adequada – as luvas.

Enfim, podia fazer paralelismos o resto das horas mas não me apetece tocar mais na mesma tecla que até uma criança de tenra idade e mesmo antes de iniciar o caminho escolar, já sabe clicar seja lá em que aparelho for ligado à corrente elétrica.

A água e a eletricidade se faltarem num repente imagine-se o caos, o falhanço global, o horror, a morte… Com as tecnologias morre-se ou vive-se “n” vezes; basta estar “Off” ou “On”.

A esta altura já fugiram de ler os meus parágrafos com verdades porque as sabem de cor e estão memorizadas. O que talvez não saibam e também pouco interessará perante os milhões de utilizadores mundiais que abraçam, com alma, coração e dedos, os blogues.

Sim! Os BLOGUES já foram comparados a blocos (imagino de cimento ou de papel) e hoje são tantos que um ou outro completar onze (11) anos de escrita, mais ou menos assídua, ao ritmo da vontade, nem causará grande espanto, nem merecerá qualquer destaque. De destaques está a blogosfera repleta e muito bem.

Destaque merece quem tem de controlar os arquivos no SAPO – Servidor de Apontadores Portugueses, cuja marca e motor de busca foram criados na Universidade de Aveiro, por um conjunto de pessoas que até parece que nos conhecem sem nunca nos terem presenciado face-to-face, isto é, no dia-a-dia real.

E quem tomará conta da debilidade humana perante o sobrenatural tecnológico?! As máquinas está claro, e as gerações futuras suponho eu.

Nem parabéns vou dar-me hoje. É nove de abril do ano de dois mil e quinze (09/04/2015) e daí?! Há onze (11) anos foi criado e ainda é um blogue jovem… A sua autora é que nem por isso… É a “PDI” que comanda agora e sabem bem o significado da sigla… Se não vasculhem que irão encontrar o que se diz da idade mais avançada.

Entretanto, leiam o próximo artigo, por favor, que além de ser mais curto é mais ao meu gosto. Pilares da escrita em rima é o gosto que o SAPO, impulsionado por uma pessoa que me indicou o caminho para chegar aos blogues, me faz chegar até hoje com vontade de dar-lhe substância para que o arquivo fique recheado dos meus melhores agradecimentos pelo zelo, paciência e uns destaques volta e meia.

A AZORIANA ama-vos como se vocês fossem meus familiares e também admira quem, ainda, gosta de me visitar bloguisticamente teclando um comentário. Obrigada!

Rosa Maria Correia da Silva

Aleluia! Aleluia!

04.04.15 | Rosa Silva ("Azoriana")

Aleluia! Sábado santo!
Eu rendo-me ao brilho da luz
D'azeite, que afasta o pranto...
Na Coroa, Santo Jesus!

Aleluia! Vai içar o foguete;
O Império alegre reluz.
Na verdade iça lembrete
Da Páscoa, livre da Cruz.

Há cruzes na atualidade,
Quer tenham ou não viseira,
Sem foguete ou lamparina.

Haja perdão, humildade,
Entre gente à minha beira...
Haja fé na Luz Divina.

2015/04/04
Rosa Silva ("Azoriana")

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