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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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O Jornal da Praia e Dr. Francisco Miguel Nogueira com a Serreta

30.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

Jornal da Praia

JP | EFEMÉRIDE

Sabias que neste ano de 2016, o Santuário da Serreta completa 10 anos de existência?

A 6 de maio de 2006, por decisão do bispo de Angra e Ilhas dos Açores D. António de Sousa Braga (desde 15 de marco de 2016, Bispo Emérito), a igreja paroquial da Serreta foi elevada a Santuário Diocesano de Nossa Senhora dos Milagres.

Com esta elevação, oficializou-se o reconhecimento da fé e da devoção do culto a Nossa Senhora dos Milagres da Serreta que atrai milhares de fiéis todos os anos, em meados de setembro, cumprindo as suas promessas, pedidos e preces à Virgem dos MIlagres.

Segundo Pedro de Merelim, esta devoção a Nossa Senhora dos Milagres da Serreta remonta aos finais do século XVI, quando o padre Isidro Fagundes Machado, percebendo que estava em situação complicada, acusado de algo que não fez, refugiou-se no local que mais tarde seria a Serreta, pois era na época um sítio isolado, onde poderia fazer as suas rezas. Levou consigo uma pequena imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus e cumprindo a promessa, ao se provar que era injusta a sua acusação, construiu ali pelas suas próprias mãos uma simples e pequena capela.

Com a morte do Padre, tentou-se manter a Capelinha mas não se conseguiu e, com o tempo, a imagem foi parar à Igreja Paroquial de São Jorge das Doze Ribeiras, embora o culto e interesse na Senhora dos Milagres tenha sempre crescido. Após a contribuição de vários benfeitores, entre eles o 1º Capitão-General dos Açores, D. Antão de Almada, foi feita a promessa para a construção de uma Igreja. Contudo, só quase meio século depois depois, em 1819, a Igreja da Serreta começava a sua construção, por iniciativa do 8º Capitão-General dos Açores Francisco António de Araújo e Azevedo.

Portugal, depois de 1820, viveu um período conturbado da sua História, com as guerras liberais e a Guerra Civil (1832-1834), e as obras pararam. O edifício só ficou concluído com o Governador Civil do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo José Silvestre Ribeiro, um dos homens que mais marcou a sociedade e a cultura urbana da Terceira nos meados do século XIX. A 10 de setembro de 1842, após a 2ª Caída da Praia, em junho de 1841, realizaram-se a bênção do novo templo e a solene transladação da imagem para a Igreja da Serreta, tentando dar alento a todos os afetados pelo terramoto de 1841 e exaltando o espírito religioso terceirense.

Neste ano de 2016, na segunda semana de setembro, a Serreta vai celebrar uma década de fé, comemorando a ascensão da Paroquial a Santuário Diocesano de Nossa Senhora dos Milagres. A Comissão de Festas apela para que, como sempre tem acontecido, “se repita a peregrinação dos que fizeram parte da contagem que contribuiu para afirmar a solução do processo” que a elevou a Santuário. Alerta ainda para que “os vivos e os nascidos durante esta década que sentem o chamamento, a devoção e a partilha religiosa e/ou profana” não deixem de ir até à Serreta. A Comissão das Festas Serreta 2016 “acredita no vosso apoio na festa noturna porque a Senhora dos Milagres, além das promessas habituais merece ter uma moldura humana alegre e contente por estar presente numa Festa secular”.


Informação dos Mordomos por Rosa Silva
Francisco Miguel Nogueira

#‎jornaldapraia‬ ‪#‎efeméride‬ ‪#‎nossasenhoradosmilagres‬

29/07/2016

Quadro perfeito

30.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

Os filhos são como flores
No regaço da sua mãe,
Sorrisos encantadores
Provam que se querem bem.

Os filhos são como a aurora
Enfeitada de ternura
E lembram p'la vida fora
Os abraços da doçura.

Já conheço esse quadro
Três vezes os abracei
No pórtico de cada adro
Por isso digo o que sei.

Potente um sorriso terno
No quadro mais-que-perfeito
As cores do amor materno
Produzem um belo efeito.

Rosa Silva ("Azoriana")

Gravado para Rádio Portugal USA

Festival de Sopas / Serreta 2016 / a 23 de julho

27.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

Autor: Ricardo Meneses. 2016

Porque Ela merece
Porque a Sua Festa merece
Porque nós merecemos
Nós, a Comissão
que organiza os festejos
da segunda semana
de setembro 2016



Festival de Sopas

Sobre o Festival de Sopas

Ambiente de alegria
Porque "Jardim da Senhora";
Não esqueço este dia
Lembrarei p'la vida fora.

Estive em boa companhia,
Grupo que não se ignora.
A Senhora nos dizia:
Confia, confia agora!

Obrigada a toda a gente
Que connosco quis estar,
Partilhando o seu presente.

Obrigada ao pessoal,
Que além de participar,
Fez por Ela o Festival!

2016/07/23
Rosa Silva ("Azoriana")

Relíquia regional

16.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

A Luz do Espírito Santo
Na vitrine da saudade
Faz brilhar em cada canto
O valor da santidade.

Símbolo que amo tanto
Na sua simplicidade.
Se outro valor, quanto?
Na estante da amizade.

Só sei que é bem exato
Fruto de artesanato
De quem ama a Região.

É relíquia regional
Com valor sentimental
Marca de uma tradição.

2016/07/16
Rosa Silva ("Azoriana")

No vale do sentimento

15.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

No vale do sentimento
Há um quadro de alegria
Onde desenho o momento
De te ter por companhia.

Do horizonte bem tento
Descobrir tua esquadria
De laranja com cinzento
Quando cai o fim do dia.

Agora estou do teu lado
Como estive até agora
Provando o bem-querer.

E mais eu teria dado
Por ti, sem olhar a hora,
Para não te ver sofrer.

Rosa Silva ("Azoriana")

Aos emigrantes

02.07.16 | Rosa Silva ("Azoriana")

Emigrante

Quem parte ainda fervilha
A doçura de cá estar
Leva o aroma da ilha
E o perfume do lugar.

Quem chega traz maravilha
Um sorriso no olhar
No abraço a estampilha
Que nos parece brilhar.

Ó brava gente insulana
Com nome de açoriana
Que regressa e também sai.

Deus te traga em alegria
E na volta que o teu dia
Seja sol que sobressai.

Rosa Silva ("Azoriana")