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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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Lembra-te disto...

30.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

Amor de mãe é tão grande
Que não cabe na medida
E muito mais se expande
Quanto maior for a vida.

Amor de mãe não desande
No coração tem guarida
Mesmo que ela não nos mande
É uma rosa querida.

Há respeito pela mãe
Que ao filho quer o bem
Seja lá aonde for.

Seus filhos no pensamento
A toda hora e momento
São o seu maior valor.

Rosa Silva ("Azoriana")

Dedicatória matinal ao Lugar de S. Carlos - Angra do Heroísmo

18.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

São Carlos é...

Vegetação combinada
Que se abraça longamente
Esguia e perfumada
Que até perfuma a gente.

Cada quinta é asseada
De um luxo evidente
E a mim não custa nada
Louvar cada residente.

Junto ao mar outro perfume
Que não me deixa queixume
Faz-me bem saber a sal.

Quando a paz ali se instala
Perfuma até a alma
De S. Carlos matinal.

Rosa Silva ("Azoriana")

Observação de um leitor: "Essas tuas quadras refletem os benefícios de vivermos em ilhas tão belas onde, diariamente, podemos cheirar os odores da terra, os sons da Natureza e as matizes do oceano." - MV.

Vem aí o Dia dos Açores (21 de maio)

14.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

"Decreto Regional nº 13/80/A, de 21 de julho de 1980.

Publicado no Diário da República I Série, nº 192/1980, de 21 de agosto. Página 2305

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

ASSEMBLEIA REGIONAL

Decreto Regional nº 13/80/A

Formada por pequenas comunidades isoladas durante séculos, a Região Autónoma dos Açores manteve cultos e práticas profundamente populares, totalmente enraizadas no quotidiano e de origem vincadamente portuguesa.
Porventura o mais significativo de todos eles será a comemoração do Espírito Santo – em que se entrelaçam as mais nobres tradições cristãs com a celebração da Primavera, da vida, da solidariedade e da esperança -, comemoração cuja vitalidade se alarga naturalmente a todos os núcleos de açorianos espalhados pelo mundo.
As celebrações são tão espontâneas, tão vividas e tão intensas que a natureza das coisas como que impõe um inevitável descanso no primeiro dia útil que se lhes segue.
Porque é o mais popular dos dias de repouso e recreio em toda a Região, entende-se justo consagrá-lo como afirmação da identidade dos açorianos, da sua filosofia de vida e da sua unidade regional – base e justificação da autonomia política que lhes foi reconhecida e que orgulhosamente exercitam.
Assim, e nos termos do artigo 229ª, nº 1, alínea a), da Constituição, a Assembleia Regional dos Açores decreta o seguinte:
Artigo único - 1 - Considera-se como Dia da Região Autónoma dos Açores a segunda-feira do Espírito Santo.
2 - É feriado regional o dia referido no número anterior.

Aprovado pela Assembleia Regional dos Açores em 26 de junho de 1980.
O Presidente da Assembleia Regional dos Açores, Álvaro Monjardino.
Assinado em Angra do Heroísmo em 21 de julho de 1980."

Publique-se.

O Ministro da República, Henrique Afonso da Silva Horta.

Proposta de canção (ao calha): Portugal de amores

14.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

Meu País, meu Portugal de amor
Vestido ao sol-pôr
Do canto da alegria!
Meu País, de louros e costumes
Da grandeza de cumes
De um verso de ousadia!

Meu amor por ti é quente
De sabores evidente,
Mar na palma da mão…
Guerreiro de aventura
Um portal de cultura
Brasa de emoção!

Portugal maravilha
Réplica em cada ilha
Nas duas Regiões…
Sempre do nosso agrado
O canto de um fado
Voando entre Nações!

Portugal, Portugal!
So, I love you Portugal…

14/05/2018
Rosa Silva (“Azoriana”)

Feliz aniversário amigo Fernando Mendonça!

14.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

Dou-te nesta hora exata
Os sinceros parabéns
Que vão além desta data
Pela alegria que tens!

Nas ondas do improviso
Onde estou a navegar
Parabéns com um sorriso
Que estou a enviar.

Que tenhas muita saúde
E amigos quantos queira
Tua Praia amiúde
Com a rima à tua beira.

Tenhas sol na tua vida
E o mar à cabeceira
És uma pessoa querida
 És poeta da Terceira.

Bjs
Rosa Silva ("Azoriana")

A pura da verdade!

04.05.18 | Rosa Silva ("Azoriana")

Não sei se já repararam mas este blogue anda meio devagar, devagarinho (mas não parado). À espera de fontes de inspiração ou "vozes de amor eterno" vou remando nestas linhas virtuais ao ponto de tentar que alguém ainda se disponha a "olhar-me" nem que seja de soslaio. O dia hoje está propício a escrever prosaicamente na tentativa de angariar esse tal olhar, nem que seja de saudade. AH! Saudade que me matas e eu aqui sem fazer nada, se tu de mim não escapas, que sejas modificada.

Vou passando dias e dias numa velocidade cruzeiro nem sei ao encontro de quê... ainda bem que não se sabe o que está para além do horizonte humano... e que eu deixe de ser utópica e ingénua (não me venham com a história do "bicho papão" nem do "lobo mau"). Ao longo da vida conheci-os bem... não precisa vê-los mais!

Bem bom que alertaram para o "follow friday", em que todos (os que sim e os "nim") se ajeitam a proceder conforme mandam as instruções, quais rebanhos de amizade bloguística. Eu penso que o grandioso "facebook" anda a "esconder" os blogues da rotina virtual. Enfim, eu não esqueço do meu querido blogue nem de alguns que ainda teimam, tal como eu, a permanecer na escadaria da serenata, como fazem agora os Estudantes Universitários de Coimbra. De repente, bateu-me uma saudade de estar (como há um ano - maio de 2017) pelas ruas de uma Coimbra a rebentar pelas costuras de estudantes que mais pareciam andorinhas voando pelo Mondego. Lembro bem daquele "mastro" do Mondego que, mal o via, sabia estar próxima da "residência provisória" de um maio de Maria, da Mãe, da minha filha Aida Alexandra Silva Borges e do Santo Cristo dos Milagres.

Dai-me Senhor uma serenata
Na rapidez da passagem
Em que a vida se desata
Na cegueira de outra margem.

Dai-me Senhor uma pacata
Timidez nesta viagem
Em que a vida se arremata
Numa pronta vassalagem.

E dai-me Senhor então
Da cantiga o refrão
Como outrora bem me davas.

Sei que se eu o receber
Na certa irei conceber
Muito do que agora travas.

Rosa Silva ("Azoriana")