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Açoriana - Azoriana - terceirense das rimas

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! - Rosa Silva (Azoriana). Criado a 09/04/2004. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A curiosidade aliada à necessidade criou o 1

Criações de Rosa Silva e outrem; listagem de títulos

Em Criações de Rosa Silva e outrem

Histórico de listagem de títulos,
de sonetos/sonetilhos
(940...pausa... 981)

Motivo para escrever:

Rimas são o meu solar
Com a bela estrela guia,
Minha onda a navegar
E parar eu não queria
O dia que as deixar
(Ninguém foge a esse dia)
Farão pois o meu lugar
Minha paz, minha alegria.

Rosa Silva ("Azoriana")

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Com os melhores agradecimentos pelas:

1. Entrevista a 2 de abril in "Kanal ilha 3"



2. Entrevista a 5 de dezembro in "Kanal das Doze"



3. Entrevista a 18 de novembro 2023 in "Kanal Açor"


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Para os amigos Maria e Helder

27.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Gosto muito de vocês
Com alegria quanta queira
E por mais que uma vez
Já vos vi na nossa Terceira.

Vizinha do cantador
Que do Helder era pai
De chapéu sempre um senhor
De um tempo que já lá vai.

Andava eu a estudar
A caminho da cidade
E com ele a conversar
Tão nova na minha idade.

De cantigas não falei
O Barbeiro nem sabia
Que as falas que não rimei
Seriam minha alegria.

Beijinhos de
Rosa Silva ("Azoriana")

Flores para Maria do Carmo

26.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Rosas alvas de ternura
Rosas rubras de amor
Vão tornar a sepultura
Um jardim de santa flor.

Arranjos que a todos una
No terceiro ano passado
Maria Carmo Fortuna
Merece o que lhe é dado.

Está no Céu de boa fé
Foi crente na oração
Pedia para ter ao pé
O terço pra seu bordão.

Cada conta que pendia
Das suas mãos fraquejadas
Por cada Avé-Maria
As flores por ela amadas.

Rosa Silva ("Azoriana")

Artigo(s) de uma sexta-feira

18.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Boa escrita

DIÁRIO INSULAR 18.OUT.2019 OpINIãO |11|

Recebido através de um amigo emigrante nos EUA

Bom dia

É a segunda vez que recebo o jornal DI em pdf via eletrónica do amigo emigrante nos EUA. Achei estranho e, ao mesmo tempo, algum interesse. Uma forma de ter as novidades de cá (primeiro) através da encomenda de lá, veja-se, em vez de uma saca de encomendas com o perfume característico americano e palpável (com roupas, "candins" e bonecas de "abrir e fechar olhos" - que encanto!) vem agora um luxuoso documento de se ler via monitor de um computador pessoal (…).

O que mais me atraiu (e li dupla vez) sempre com um sorriso a cirandar foi precisamente a página 11 e o título "Toiros de esferovite e comida vegetariana", de João Rocha. Conheço há muito o titular mesmo que as palavras faladas não sejam de abundância. Um olhar basta, junto com algum sorriso, conforme o trajeto seja de mais longe ou de perto. Não tenho muito à-vontade para me exprimir oralmente... gosto mais de rimas escritas (…).

Depois desta resenha toda... é só para agradecer a sua escrita, a sua pontaria de humor inofensivo, a sua força e vontade de fazer prosperar a escrita jornalística que, no caso do DI, ainda circula em papel. Um papel que serve para mais tarde se recordarem histórias e acontecimentos (nos arquivos de pompa e circunstância), limpar os vidros ao ponto de ficarem com um brilho fabuloso, aguentar as cascas de batatas que, hoje em dia, até se podem fritar e comer como "entrada" em alguns restaurantes de nome ou "tascas" com status, onde o dinheiro rola como se houvesse abundância de um nada, que piorou bastante após essa maldita conversão (do escudo para euro) que nos vai matar à fome qualquer dia... ou passaremos a comer as raízes de tudo o que é hortícola ou frutícola de quintais mingados de sementeiras... e, por aqui me fico, não vá estragar a beleza do seu artigo que merece um aplauso de pé!

Em resumo: há que incentivar os jovens (e adultos, ou menores) a excluir o alcoolismo, a droga e os produtos que matam subitamente ou com uma nódoa de dor quase invisível mas perfurante de tudo o que faz viver com saúde.

Grande abraço e "um olá" nem que seja só de olhar.

Rosa Silva ("Azoriana") - gosto desta alcunha que me abeirei e vai servindo para me encher um blogue de rimas terceirenses.

13 de outubro de 2019

13.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Fica para a história. A 13 de outubro de 2019 o grupo coral da freguesia da Serreta participa na Eucaristia da Sé Catedral, bem como alguns dos músicos da Filarmónica Recreio Serretense. Que o Salvador os abençoe e a Santa Mãe também.

É uma alegria para mim por ver família e amigos neste dia feliz.
Optei por ver através da VITEC, em direto, para estar mais atenta e apreciar a Palavra de Deus e os cânticos.

"A lepra do mundo de hoje" é a expressão que fixei. Tudo verdades.

Ofereço-vos:

13 de outubro de 2019

Bendita Senhora da Luz,
Do Sol e das Maravilhas,
Gerou seu Filho Jesus
Que deu nome a uma das Ilhas.

Terceira de Jesus Cristo
Do Salvador do Mundo
De louvá-la eu insisto
No meu verso mais fecundo.

Santa Mãe de todos nós
Rogai por nós pecadores
No silêncio a minha voz
Seja canto de Louvores.

Por Fátima hoje se ora
O lugar tão favorito
Luzente Nossa Senhora
Milagre de Sol bendito.

Rosa Silva ("Azoriana")

Para Zé Nandes - A tua mãe Fernanda

10.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Tão querida a tua mãe
Que do Céu te olha bem
Nesta hora de alegria.
Tinha um olhar celeste
E teu sorriso lhe deste
Com o canto da poesia.

Sua alma está contente
O seu filho brevemente
Reparte o pão divino.
Faz da vida uma oração
Com amor e devoção
No fim canta o seu hino.

Zé Nandes tu és ternura
De tradição e cultura
Espalhas a emoção
Quando tiras o chapéu
Que mesmo sendo o troféu
É forma de gratidão.

Canta, canta à maneira
Que lembra a ilha Terceira
Com a graça que Deus dá;
A força do improviso
É o dom que é tão preciso
Nas terras do Canadá.

Uma rosa na lapela
É oração para ela
Que da Terra pró Céu anda
Junto a Matilde a sorrir
Minha mãe lhe vou pedir
Um beijo para a Fernanda.

A Matilde com a Fernanda
A cada um de nós manda
A bandeira da ventura
Dos lábios sinto seu beijo
E a graça do desejo
Que se faça o Bem que dura.

Rosa Silva ("Azoriana")

P.S. Eram lindas as nossas mães…

Fernanda e Matilde

Cores da Festa Brava

03.10.19 | Rosa Silva ("Azoriana")

Parecem lápis de cores
Colorindo o arraial
Na Terceira, dos Açores,
Este é o cenário ideal.

A tourada é afinal
Caso de alegria ou dores
Se há marrada coisa e tal
Faz nódoa aos recetores.

Quem sabe lidar o bicho
Por amor ou só capricho
Não se vê atormentado.

Cada um faz o que quer
Viva o Bravo que fizer
Arraial movimentado.

Rosa Silva ("Azoriana")

Nota: Inspirada in "AZOR+"