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Até sempre, Clarisse Barata Sanches!

por Rosa Silva ("Azoriana"), em 26.12.18

2017_05_23

Estava aqui a pensar
Se tivesse um avião
Eu podia aterrar
Junto ao nobre caixão
Onde está a brilhar
A poetisa da Nação;
Eu ficaria a chorar
Agarrada à sua mão.

Mas viagem não preciso
O tempo já acabou
Ela está no Paraíso
Como flor que lá chegou
Deve estar com um sorriso
Por tudo o que ela criou.
E fica o meu improviso
Na janela que faltou.

Seu corpo está presente
Na Terra que a criou
Na urna jaz somente
Uma flor que já murchou
Sua alma eternamente
Junto a Deus já se plantou.
E eu choro amargamente
P’lo poema que fechou.

Aquilo que não lhe disse
E o que fica por dizer
Queria eu que florisse
Antes do amanhecer
Muito mais queria que visse
Só além é que vai ver
A boa amiga Clarisse
Está com Deus, posso crer!

26/12/2018
Rosa Silva (“Azoriana”)

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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
DATA DA CRIAÇÃO
09/04/2004

A curiosidade aliada à
necessidade criou
o 1º artigo e continuou...
DEZ ANOS
2014/04/09

Não há rima para o tempo
Mas o tempo é uma rima
Que serve de passatempo
A quem o tempo estima.


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