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Verso(s) & Verso(s) II

por Rosa Silva ("Azoriana"), em 29.11.18

Do verso sei tão pouco... só lamento
Não ter a parte que melhor seria
Para dar-me de tudo o que queria
Ficar na lembrança do mais atento.

Do verso gosto tanto… com talento
Dos teus que vejo nascer cada dia
Regados como flores em sinfonia
Na tela que não morrerá no vento.

Que hoje o verso seja a melhor flor
Que cai no molde peito "poetante"
E que do meu saiu quase errante…

Na volta sonho ver quanto valor
Se expande entre um e o outro verso
Se o meu saiu, assim, ora disperso.

Rosa Silva ("Azoriana")


P. S. Comentário escrito para "Poeta porque Deus quer" que me responde assim:

Verso(s) II

"Se o meu saiu, assim, ora disperso",
Embora entre harmonias partilhado,
Será contigo, Rosa, que converso,
A ti te envio um poema naufragado

Nas ondas deste mar que é nosso berço,
Mesmo que seja um berço do passado,
Pois se o nosso presente é bem diverso
Pode o futuro ser aproximado;

Não erra o verso vindo cá do fundo
Que busca um cais, um cais no nosso mundo,
Nem erra o verso que outro verso inspira,

Portanto, inda que sendo um verso errante,
Não erra o seu percurso o navegante
Que em vez de usar sextante, use uma lira!


Maria João Brito de Sousa

in https://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/sem-lagrimas-435757?view=6227757#t6227757

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De Maria João Brito de Sousa a 29.11.2018 às 16:28





Verso(s) II


"Se o meu saiu, assim, ora disperso",
Embora entre harmonias partilhado,
Será contigo, Rosa, que converso,
A ti te envio um poema naufragado


Nas ondas deste mar que é nosso berço,
Mesmo que seja um berço do passado,
Pois se o nosso presente é bem diverso
Pode o futuro ser aproximado;


Não erra o verso vindo cá do fundo
Que busca um cais, um cais no nosso mundo,
Nem erra o verso que outro verso inspira,


Portanto, inda que sendo um verso errante,
Não erra o seu percurso o navegante
Que em vez de usar sextante, use uma lira!


Maria João

















Verso(s) II


"Se o meu saiu, assim, ora disperso",
Embora entre harmonias partilhado,
Será contigo, Rosa, que converso,
A ti te envio um poema naufragado


Nas ondas deste mar que é nosso berço,
Mesmo que seja um berço do passado,
Pois se o nosso presente é bem diverso
Pode o futuro ser aproximado;


Não erra o verso vindo cá do fundo
Que busca um cais, um cais no nosso mundo,
Nem erra o verso que outro verso inspira,


Portanto, inda que sendo um verso errante,
Não erra o seu percurso o navegante
Que em vez de usar sextante, use uma lira!


Maria João




Acreditem ou não, perdi o primeiro soneto... "evaporou-se" quando o tentava publicar. E não sei bem aonde deixar este soneto navegante... 


Abraço grande!








Acreditem ou não, perdi o primeiro soneto... "evaporou-se" quando o tentava publicar. E não sei bem aonde deixar este soneto navegante... 


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Os escritos são laços que
nos unem na simplicidade
do sonho... São momentos!
Rosa Silva ("Azoriana")
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09/04/2004

A curiosidade aliada à
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o 1º artigo e continuou...
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2014/04/09

Não há rima para o tempo
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